Loucos para consumir
por mauricio bueno - 27 de maio de 2010, 15:07 - Categoria: Consumidor
Aquecimento Copa do Mundo
por Peagá - 5 de abril de 2010, 11:11 - Categoria: Comercial, Consumidor, Curiosidades
Tem coisas que por mais que o tempo passe nós não nos esquecemos, como ações promocionais, jingles e brindes. Pensando nisso eu lanço aqui um post cooperado, mas como assim cooperado? – Simples vou postar alguns vídeos de Copa do mundo e quem for lembrando de mais vídeos post nos comentário com o link para que eu possa fazer o update.
Are you ready for Old Spice: Matterhorn
por Peagá - 31 de março de 2010, 15:39 - Categoria: Adverteinment, Anúncios, Mundo da propaganda
Fugindo do clichê sobre desodorantes a Old Spice lança uma nova campanha “Rub and Sniff” com 2 spots de TV e uma série de anúncio. A saída encontrada pela a agência, Wieden + Kennedy, foi muito pertinente e inteligente, e será veiculada em canais e mídias de público alvo masculino.
Fonte: Adhunt
Marcas de A a Z | Adobe
por Peagá - 8 de março de 2010, 16:57 - Categoria: Marcas de A a Z

O Marcas de A a Z será uma coluna onde nossa maior preocupação será mostrar a evolução de algumas marcas, posicionamento entre outras informações.
Para inaugurar a coluna nada melhor do que iniciar com a Adobe, referência mundial em desenvolvimento de softwares e plataformas gráficas. A Adobe Systems fica sediada em San Jose, Califórnia. Foi fundada em dezembro de 1982 por John Warnock e Chuck Geschke. Eles fundaram a Adobe após saírem do Xerox PARC para que pudessem desenvolver mais e comercializar a linguagem de descrição de página PostScript. » Leia Mais «
Já ouviu falar em NAMING?
por Guilherme Goes - 26 de janeiro de 2010, 17:43 - Categoria: Brand Experience, Consumidor, Estratégia, Marketing

Em entrevista à Folha Online, David Placek explica em miúdos como cria nomes para produtos de grandes clientes junto de sua equipe de 26 pessoas (apenas em seu escritório) e de mais de 80 lingüistas espalhados por 40 países ao redor do mundo, os quais fazem análises para garantir que uma palavra em inglês, por exemplo, não tenha uma conotação completamente negativa quando levada para outra cultura.
Durante entrevista, David conta que o “naming” é requisitado por grandes empresas, como Apple, Microsoft e RIM. PowerBook, Zune e BlackBerry, produtos dessas três marcas, foram nomeados por Placek e sua equipe ao longo de 26 anos de atividade –no total, ele estima já ter dado nome a 2.000 negócios.
Dentre as curiosidades citadas, Placek revela que toda grande empresa enxerga o nome de um produto como algo vital para sua estratégia e que nomes simples, de fácil pronúncia e que nem sempre existem no dicionário são as que surtem mais efeito.
Para nomear o produto que hoje conhecemos por Blackberry, a empresa especializada no assunto notou, através de pesquisas, que quando as pessoas eram questionadas sobre o termo “e-mail”, sua pressão sanguinea subia. Assim, iniciaram o processo de “naming” ao imaginar um processo de comunicação prazeroso. Chegaram à conclusão de que a letra “b” inspira confiança, preto (black) remete a cor industrial, tecnológica e berry (cereja) é algo fácil de se pronunciar. Por fim, associaram as teclas do teclado de um computador a sementes da pequena frutinha.
O resultado desta salada, após o investimento de 50 a 150 mil dólares? O famoso nome.
Confira na íntegra a entrevista: http://ow.ly/Yy4v
A popularização do território aéreo Brasileiro.
por Diogo - 11 de janeiro de 2010, 17:39 - Categoria: Brasil, Comercial, Consumidor, Economia, Estratégia

Viajar de avião sempre foi sinônimo de algo chique e inatingível para as classes mais simples da população.
Nos últimos anos, empresas como Azul, Gol e TAM impulsionaram grandes mudanças no segmento, provenientes da concorrência pesada, atrelada ao preço das passagens.
Tal situação proporcionou que milhares de brasileiros pudessem experimentar essa deliciosa e prática forma de transporte.
Em meio a toda essa situação a Gol linhas aéreas, determinou sua estratégia de marketing 2010 focada na classe C e D.
Tal prática exigiu que algumas ações fossem tomadas, sendo elas:
- Abertura de uma loja em dezembro no Largo 13º em São Paulo, local de comércio popular, e rota de muitos ônibus, tendo em vista que os compradores, na grande maioria não têm carros, e a compra acontece apos algumas visitas.
- Outra ação crucial para atender a estratégia da empresa é a forma de pagamento. A companhia criou cartões que parcelam a viagem em até 36x.
- Por fim, um grande obstáculo enfrentado pelos passageiros de primeira viagem é a vergonha por não saber como deve se preparar e/ou se comportar nos aeroportos. Para isso a empresa criou uma pequena cartilha explicando algumas exigências, como por exemplo, a necessidade de despachar as malas, de se fazer o check in , entre outros.
A Gol linhas aéreas já vem percebendo bons resultados para a sua estratégia 2010 e sem dúvida tais resultados irão movimentar ainda mais o segmento.
Eu como consumidor agradeço a iniciativa!
Será que a mídia externa irrita?
por Peagá - 6 de janeiro de 2010, 11:12 - Categoria: Anúncios, Brand Experience, Consumidor
Já pensou andar por aí na rua e ser ofendido de algum modo por um outdoor, busdoor ou frontlight? Pois os britânicos já pensaram e agiram.

Na imagem acima temos o famoso ônibus londrino com a veiculação, que diz de uma maneira menos literal e sem as entrelinhas que as mulheres de carreira fatalmente serão péssimas mães.
Essa controvérsia saiu as ruas em cartazes, outdoor e busdoor na segunda-feira.com a intenção de divulgar um “fórum” chamado Britain Thinks, aonde eles podem discutir alguns tópicos interessantes.
Mas e aí, qual a ideia por trás disso, divulgar o site e irritar as pessoas? Não! A ideia é mostrar que a mídia externa ainda serve como um veículo de comunicação. Tudo isso foi projetado pela OAA-UK (the Outdoor Advertising Association) e a agencia Beta. E por falar em ofensa e agressão gratuita, umas das linhas de comunicação mostra a seguinte frase:
1966. Isso não vai acontecer novamente este ano
Referência ao título da seleção da rainha na Copa de 1966 e que esse ano não será deles o caneco. Abusadinhos né? Provavelmente isso vai irritar mais do que provocar as “Mums” britânicas.
Via Ad Freak
MEGA SAMPLING – Disney vai às ruas.
por Renato De Vuono - 22 de dezembro de 2009, 12:36 - Categoria: Ação Promocional, Adverteinment, Brand Experience, Brasil, Comercial, Consumidor, Economia, Estratégia, Guerrilha, internacional

No último dia 20/12 São Paulo recebeu um evento diferente: o Disney “Magical Moment” ou “Momento Mágico Disney” patrocinado pela Nestlé e que serve de aquecimento para os posts que virão nas próximas semanas.
Segundo a Polícia Militar, o desfile (ou parada, como é chamado nos parques da empresa) foi visto por nada mais nada menos que 1 milhão de pessoas. Pelo trânsito que se formou na marginal Tietê pode-se imaginar que seja mesmo preciso esse número.
É a primeira vez que a Disney Co. traz esse evento para o Brasil, e antes de São Paulo a parada passou por Vila Velha no Espírito Santo e Rio de Janeiro. Para 2010 o evento já está confirmado em 7 cidades.
Isso mostra que, de fato, o Brasil está cada vez mais nos planos da empresa. Ainda não a ponto de construírem um parque por aqui, já que vão levantar mais um na China, mas a ponto de ser olhado com o carinho que merece há muito tempo. Afinal, somos a terceira nacionalidade que mais visita Orlando e consumimos uma enormidade de produtos da empresa aqui no Brasil.
Qual a idéia por trás da ação? Um “Sampling” de mega proporções. Dar um gostinho das paradas mundialmente famosas que acontecem nos parques da empresa no mundo inteiro e que muitos só viram pela TV. E com isso, estimular compra de produtos, aumentar a simpatia pela marca e por fim, levar mais brasileiros aos parques.
Não sejamos hipócritas, porém em achar que o público que se aglomerou na Avenida Santos Dumont em pleno domingo à tarde com o sol a pino é o mesmo público que lota as vôos com destino ao mundo encantado, não é. Claro que não se pode generalizar e no mundo dos negócios “quem vê cara não vê bolso”. Assim, como os financiamentos para viagem cada vez mais longos e com parcelas que “cabem no bolso” os americanos não perderam tempo e se “Maomé não vai até a montanha trouxeram a montanha até Maomé”.
Como disse antes, é uma decisão estratégica que vai muito além de atrair público para os parques. A idéia é: seja o onde for gastar, que seja com um produto Disney.
E por trás de tudo isso, uma recado muito claro para nós simples mortais: se a Disney vai às ruas atrás de seus clientes, ficar parado a espera de um milagre é letal.
Renato De Vuono
É impressionante o que um simples limão pode fazer.
por Sérgio Maldonado - 18 de dezembro de 2009, 10:33 - Categoria: Comercial
Um ótimo exemplo de que um conceito simples pode se tornar inesquecível quando bem comunicado. Ok, é bem maluco, mas não resta dúvida de que é a cara do target.
O Brasil (em fim) entra na onda dos Outlets
por Renato De Vuono - 17 de dezembro de 2009, 17:22 - Categoria: Brasil, Consumidor, Economia, Estratégia

Quem mora em São Paulo, mas precisamente na Capital ou na região de Campinas já se deparou na Rodovia dos Bandeirantes, próximo ao Hopi Hari, com uma das maravilhas do consumo: o Premium Outlet. Se você já esteve nos Estados Unidos, qualquer semelhança não é mera coincidência.
Apesar de o Premium de São Paulo não pertencer ao grupo Chelsea Premium Outlets (pelo menos no site da empresa não consta nada sobre o Outlet brasileiro), imagina-se que a empresa tupiniquim pague royalties sobre o uso da marca e, além disso, o conceito é semelhante: desova de estoque e coleções passadas de grandes grifes mundiais.
Pelo sucesso do empreendimento, parece que o público aprovou. Tanto é verdade que será construída uma nova unidade no Rio Grande do Sul.
É verdade que comparar os preços com os irmãos da América do Norte é uma injustiça; não chegamos nem perto. Mas, já é um começo. Os administradores garantem que é possível economizar até 60% em relação às lojas da mesma grife em Shoppings tradicionais.
Mesmo com todo o frenesi, os especialistas dizem que não há espaço para mais do que seis empreendimentos desses no Brasil, como explica a matéria da Exame:
“Primeiro porque as grifes de luxo não têm em suas lojas convencionais um estoque a ser desovado suficiente para abastecer um grande número de outlets – embora algumas grifes já manifestem a intenção de produzir artigos especialmente para os shoppings de desconto como nos EUA.”
O detalhe que só da rede Premium Outlets, os Estados Unidos tem mais de 44 unidades espalhadas pelo país, ou seja, fica clara a diferença entre as duas economias.
De qualquer maneira, está dado o primeiro passo e os números são animadores. Nos resta torcer para dar certo, pois de certa forma, isso mostra que o processo de amadurecimento da economia local está a todo vapor.
Se quiser saber mais acesse: http://portalexame.abril.com.br/negocios/outlet-luxo-brasil-sera-construido-rio-grande-sul-519903.html?page=1
Renato De Vuono