Neuromarketing: a última fronteira da propaganda.

por Renato De Vuono - 26 de abril de 2010, 10:33 - Categoria: Consumidor, Economia, Estratégia, Inovação, internacional, Marketing, Pesquisa, Tecnologia

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Você já ouviu falar de “neuromarketing”? Pois é, a ciência e a publicidade se uniram com o propósito único de tornar a propaganda ainda mais eficaz.

Nascido nos EUA, o “neuromarketing” é uma das variações da “neurociência” e promete mudar para sempre o mundo da propaganda e a maneira como as campanhas são concebidas.

Esse tipo de pesquisa foi usado na final do Superblowl 2009, cujo o break comercial é considerado o mais caro do mundo – cerca 3 milhões de dólares por 30 segundos. Foi medido nos telespectadores o nível de atividade cerebral relacionado ao grau de atenção ao que se passava na tela. O comercial da Coca-cola com os insetos roubando o refrigerante  foi um dos que causou maior atividade cerebral e, coincidência ou não, meses depois ganhou o Emmy Awards.

Porque o “neuromarketing” é o futuro das pesquisas? Simples, ele elimina o fator mentira das pesquisas tradicionais que contaminam todo o trabalho. No Brasil, as primeiras empresas desse tipo de pesquisa estão nascendo, portanto, já é possível contar com o recurso por aqui.

Com tudo isso é possível – torçamos para isso – que a experiência que temos com a publicidade se torne muito melhor e que o dinheiro das empresas seja muito melhor empregado.

Leia mais na edição de maio da Revista Galileu, página 95.

HD-3D! A tecnologia chegou em sua casa.

por Renato De Vuono - 29 de março de 2010, 15:45 - Categoria: Comercial, Consumidor, Economia, Inovação, internacional, Tecnologia

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Até hoje filmes em 3D eram parte da realidade de parques temáticos e alguns poucos cinemas no Brasil? O mais perto que o 3D chegou de sua casa foram nos óculos do “Master System”?

Isso está para mudar. Com o aumento da produção de conteúdo em 3D, os fabricantes de TVs se mobilizaram e chegou ao mercado (externo) o primeiro display de LCD com tecnolgia 3D desenvolvido pela Coreana Samsung.

Segundo os fabricantes, muito em breve até o conteúdo da TV será produzido em 3D e toda a experiência em torno do objeto mais adorado pela humanidade desde o rádio vai mudar drasticamente.

Há barreiras significativas e há quem diga que a tecnologia ficará restritas a poucos entusiastas. A primeira e mais óbvia é o preço, ainda é caro. A segunda é a falta de conteúdo, pois são poucos os títulos em 3D e a transição dos canais de TV para essa tecnologia deve demorar – esse ainda é o menor dos problemas pois a tecnologia da Samsung se propõe a converter os materiais em 2D para 3D, o que é muito interessante. E a terceira é o tal dos “óculos”; afinal, será que as pessoas vão se propor a usar aqueles óculos desconfortáveis toda vez que forem assister TV? Ou mesmo a toda vez que forem assistir um filme? É uma grande barreira.

Mas há pontos positivos, um eu já citei que é a questão do aparelho “converter” conteúdo 2D em 3D e o outro é o fato da Samsung ter lançado a tecnologia que pode ser aplicada em aparelhos existentes, sem a necessidade de comprar um novo TV.

A nós só resta esperar.

Fazer sempre o melhor, o segredo da longevidade.

por Renato De Vuono - 8 de março de 2010, 18:53 - Categoria: Arte, Economia, Estratégia, Inovação, Mentes Criativas, Personalidades, Tecnologia

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Todos os empresários, aspirantes a empresários, amantes do mundo dos negócios e curiosos em geral tem uma pergunta em mente que jamais silencia: qual é o segredo do sucesso?

E ontem, assistindo à entrega do Oscar, me ocorreu que se há um segredo ele é: nada importa além de fazer sempre o melhor, superar-se a cada dia. Não admitir nada que não seja, no mínimo, extraordinário. Pois se a fórmula do sucesso é quase impossível de se entender, a fórmula do fracasso é muito clara: acomodar-se.

De onde veio essa epifania? Claro, das mentes mais criativas de nosso tempo: Pixar Animation Studios. Ontem, pela terceira vez consecutiva, num total de 5, ganharam o Oscar de melhor filme de animação. Além desses, foram outros 7, em outras categorias como “curtas”, “melhor trilha sonora”, entre outros. Isso faz deles os maiores ganhadores atuais e se somados aos demais Oscars da Disney Co a conta vai longe, já que Walt Disney sozinho ganhou 26 Oscars, sendo o maior colecionador individual das estatuetas douradas.

E todos os demais filmes da Pixar que não ganharam, tinham condições de fazê-lo o que reafirma a questão de “fazer sempre o melhor”.

Em resumo, uma empresa pode durar para sempre no topo desde que “nada seja bom o bastante que não possa ser melhorado”.

Aviso de esquina

por Falcaozinho - 4 de março de 2010, 17:14 - Categoria: Curiosidades, Design, Inovação, Tecnologia

Muito interessante o conceito do designer Sanghoon Lee. Trata-se de um sinal luminoso para avisar se tem alguém vindo do outro lado da parede. Veja abaixo as imagens.
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Fonte: Yanko Design

Vagalumes 2.0

por Falcaozinho - 24 de fevereiro de 2010, 13:08 - Categoria: Curiosidades, Design, Inovação, Mídia Externa, Tecnologia

Fonte: Update or Die

Mídia Externa leva a sério – continuação

por Renato De Vuono - 21 de janeiro de 2010, 11:57 - Categoria: Brand Experience, Economia, Estratégia, Inovação, internacional, Mídia Externa, Tecnologia

Mais uma exemplo de como se investe pesado em mídia externa nos Estados Unidos e como os resultados são fantásticos. São os Mestres do Marketing mostrando mais uma vez que para ser grande é preciso ser bom e não há retorno sem investimento.

What’s google wave?

por mauricio bueno - 4 de dezembro de 2009, 10:06 - Categoria: Mídias Sociais, Online, Tecnologia

Meu endereço é mauriciolcbueno@googlewave.com

Natimorto? – Blu Ray

por Renato De Vuono - 30 de novembro de 2009, 11:31 - Categoria: Consumidor, Economia, Estratégia, Inovação, Tecnologia

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No início da década comemorávamos o advento do Blu Ray, tecnologia revolucionária que mudaria o jeito de assistir filmes em casa.

De fato a tecnologia é interessantes, mas, mercadologicamente parece que não decolou.

No Brasil, os fabricantes então entusiasmados com a mudança no panorama dada a recente inauguração da nova linha de produção da Microservice na Amazônia para a produção das mídias Blu Ray em território nacional. Isso deve baixar os custos dos filmes para o consumidor e locadoras.

Na outra ponta, a Tec Toy (aquela mesma do “Pense Bem”) passou a fabricar o primeiro leitor de Blu Ray nacional que forçou o preço dos aparelhos para baixo; hoje é possível comprar um Blu Ray player por pouco mais de R$ 600,00.

Ainda é caro se pensarmos que um DVD player custa R$ 99,00.

Mas o Blu Ray tem seus méritos, apesar de nem todos serem facilmente percebidos pelo consumidor:

- resolução de imagem Full HD, que chega a ser 6x maior que a do DVD comum. Porém , para se aproveitar ao máximo é necessário ter uma TV que também seja Full HD (mais R$ 3.000,00 para a conta). Se havia consumidores que não conseguiam notar a diferença de imagem entre o VHS (Vídeo Cassete) e o DVD, imagine agora. Isso por si só não é suficiente para transformá-lo em um sucesso de vendas.
- Conectividade: os players podem baixar conteúdo direto do You Tube e exibi-lo em sua TV. Muito bacana, mas também insuficiente.
- Áudio 7.1 canais: os Blu Ray tem capacidade de reproduzir 8 canais de áudio (7 + 1 sub grave) igual as salas de cinema mais modernas. Contra: sem um Home Theater de 7.1 canais (que não é barato) o som continua sendo como antes.
- Multimídia: você não precisa jogar seus velhos DVDs fora e nem ter um monte de aparelhos, os Players lêem todos os formatos de mídia: DVD, CD, Blu Ray. Ainda falta, já que, os DVDs também fazem isso.
- Interatividade: com mais recursos, o espectador pode interagir com os filmes de uma maneira antes impossível. Legal também, mas a internet já nos deixa fazer isso, não?

Esses são os argumentos básicos de venda do Blu Ray, o que digamos, fica aquém de convencer uma maioria a desembolsar quantias significativas de dinheiro para, no fim das contas, assistir um filme.
Porém, tudo isso seria absorvido pelo mercado (como aconteceu com o DVD) se não fosse um pequeno detalhe: conteúdo (entretenimento) sob demanda.

Ainda embrionária no Brasil, a TV digital sob demanda, é a grande pedra no sapato do Blu Ray. Nos EUA, onde a TiVo é uma realidade há algum tempo, apesar das vendas do Blu Ray serem animadoras, estão muito aquém do que foram as vendas do DVD.

O motivo é simples: é mais barato e prático comprar direto de sua TV e armazenar em seu HD, do que ter de se deslocar até uma locadora (e o filme não será seu) ou até uma loja. Mesmo que compre pela internet, a entrega leva pelo menos um dia.

Na TV digital é na hora! Comprou é seu. Além da comodidade, tem o preço. Um filme comprado pela TV custa em torno de US$ 5,00 e um Blu Ray em promoção na loja não custa menos que US$ 19,99.

O que sobra para o Blu Ray?

De verdade, me parece que o museu e aquelas pessoas que tem o perfil de consumidor desse tipo de produto.
A internet e a TV Digital ainda não conseguem oferecer filmes em resolução igual a do Blu Ray (são pesados demais para o sistema atual) e há ainda a questão de ser um item colacionável: tem capa, caixinha, encarte, o que é um apelo forte para pessoas como eu.

Mas, somos um grupo muito pequeno dentro do imenso mercado e ao que tudo indica, o Blu Ray em pouco tempo será mais uma vaga lembrança no seleto clube dos nascidos mortos onde descansam em paz: BETA (da Sony derrotado pelo VHS da JVC), LD (aqueles “CDS gigantes” precursores do DVD), HD-DVD (da Toshiba, derrotado pelo Blu Ray da Sony) e Blu Ray (mais uma vitima da Internet e do próprio mercado).

Enquanto isso não acontece, vou aproveitar meu Blu Ray!

Renato De Vuono

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