Aqui cliente não paga, mas leva o produto para casa.

por Renato De Vuono - 13 de maio de 2010, 12:18 - Categoria: Ação Promocional, ativação, Brasil, Comercial, Compras, Consumidor, Economia, Estratégia, Inovação, Pesquisa, Planejamento, Ponto de venda

O consumidor entra na loja, analisa, pega o que tem vontade e sai sem pagar pelo produto.

Esse novo conceito varejista, que tem como moeda a opinião do consumidor, finalmente chega ao Brasil depois de ser sucesso em países como Japão , Espanha e Estados Unidos.

A primeira loja brasileira desse segmento, a Clube Amostra Grátis, será aberta no próximo dia 11, na Vila Madalena, em São Paulo. No mês seguinte, no dia 29, começa a funcionar, também na capital paulista, nos Jardins, a Sample Central.

A estratégia é a seguinte: indústrias da área de alimentos, bebidas, cosméticos, higiene, vestuário e até de eletroeletrônicos expõem seus produtos que, na maioria, ainda não chegaram às prateleiras do grande varejo. O consumidor leva para casa, experimenta e dá sua opinião. As novidades de eletroeletrônicos, porém, terão de ser “provadas” na loja.

Nas duas lojas, o interessado deverá fazer o cadastro on-line e pagar uma taxa, que será única, de R$ 50, na Clube Amostra Grátis e anual, de R$ 15, na Sample Center.

Depois o associado recebe uma carteirinha que dá acesso livre às próximas visitas e já pode consumir os produtos. Na Sample Central, o cliente terá direito a levar até cinco produtos por visita, que devem ser previamente agendadas. Já na Clube Amostra Grátis, são cinco itens por mês.

Em contrapartida, responderá a um questionário sobre cada produto utilizado, apontando defeitos, qualidades, pontos positivos, prós e contras. Na verdade, é uma pesquisa de mercado para as empresas participantes, e elas pagarão às lojas por essas informações.

“Em vez de investir R$ 60 mil em uma pesquisa de mercado tradicional, o empresário tem um “feedback” dos produtos de uma forma mais barata”, diz Luiz Gaeta, sócio da Clube Amostra Grátis.

Num primeiro momento serão expostos cerca de 80 produtos, mas o objetivo é ter nas prateleiras algo entre 160 e 200 itens para a escolha do cliente nos próximos meses, diz ele.

O investimento na loja, na Vila Madalena, será de R$ 2 milhões. A expectativa de faturamento anual é de R$ 3 milhões. Algumas marcas, como Nestlé, Telefônica, Locaweb, Plantronics, Góoc e Grupo Berton (área de cosméticos), aderiram ao Clube Amostra Grátis.

A Sample Central, que investiu R$ 4 milhões no negócio, não revela as marcas que estarão disponíveis. Mas o gerente geral da empresa, o publicitário João Pedro Borges, adianta que haverá 150 produtos diferentes na loja a cada visita do associado, que já são 4.000.

Dentre as opções de maior valor agregado para levar para casa estão calçados, bolsas de praia e adesivos decorativos de parede. Produtos de menor preço, como cremes hidratantes e xampus, além de refrigerantes, massas e sucos, também estão entre as opções.

Mesmo estreando um mês e meio depois no mercado, o gerente da Sample Central diz não temer a concorrência. O estabelecimento será uma franquia da rede internacional que leva o mesmo nome e nasceu em julho de 2007, em Tóquio.

“Optamos por abrir uma franquia para nos beneficiar do know-how de um sistema que já tem aprendizado de três anos. As visitas à nossa loja são agendadas para garantir que os produtos não acabarão, que as pessoas serão bem atendidas e para evitar filas”, explicou.

O publicitário explica que o modelo de negócios da loja grátis está associado a uma nova estratégia de marketing: o “tryvertising”, expressão resultante da junção das palavras inglesas “try” (experimentar) e “advertising” (propaganda).

Segundo ele, no “tryvertising” a pessoa escolhe o que deseja testar e, exatamente por ter escolhido previamente, a divulgação boca a boca ou nas redes sociais tende a ser muito mais eficiente e positiva. No caso da loja em Tóquio, 76% das pessoas que experimentam o produto se tornam consumidoras efetivas quando esse item chega ao mercado, afirma.

“Somos uma ferramenta de marketing que alavanca as vendas nas redes varejistas. Nós não vendemos nada”, define.

Clube Amostra Grátis: Rua Harmonia, 213, Vila Madalena; 

Fonte: Jornal Folha de S. Paulo – Leila Coimbra/Mariana Schreiber – 06/05/2010.

Social Shopping – Facebook

por mauricio bueno - 11 de maio de 2010, 15:42 - Categoria: ativação, BTL, Ferramenta on-line, Mídias Sociais, Ponto de venda

Com mais de 400 milhões de usuários, o Facebook é uma rede social consagrada sem dúvida nenhuma.

E a  Diesel, encontrou uma nova forma de explorar a rede em um ambiente, naturalmente ou antigamente, off line. Uniu pdv com mídia social em uma ação que poderiamos chamar de social shopping. A marca introduziu cameras fotográficas em suas lojas na Espanha, nas quais o usuário pode experimentar a roupa, fotografar-se e automaticamente postar a foto no Facebook.

Se antes, você levava alguns amigos e amigas para ver se aquela roupa lhe caiu bem, hoje você pode levar centenas.

via @brunoborrajo

#Realidadeaumentada maquia o #pdv. No bom sentido!

por mauricio bueno - 5 de fevereiro de 2010, 10:17 - Categoria: Ação Promocional, Ponto de venda, realidade aumentada

O ponto de venda, ainda exerce função fundamental na decisão de compra, sempre tentamos organizá-lo, dar informações para orientar a compra do consumidor e posicionar a marca nas gôndolas.
A realidade aumentada, muito usada na internet, pode ser aplicada no ponto de venda para atrair o consumidor e orientar a sua compra de uma forma muito mais interativa e interessante.
A marca de maquiagens Shiseido está usando realidade aumentada no pdv, e como o efeito esperado de suas maquiagens, está deixando-o muito mais atraente.
É o que chamam de Digital Cosmetic Mirrors, que reconhece rostos e, através de realidade aumentada, aplica diferentes produtos da marca.
A aplicação ainda é capaz de definir o tipo de pele e contornos da face, criando uma recomendação automática para aquelas que estiverem em dúvida. Depois é só imprimir a lista, com as especificações e cores, e comprar.

via

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