Top Social Brands 2009

por mauricio bueno - 23 de fevereiro de 2010, 11:32 - Categoria: Mídias Sociais, Pesquisa, Planejamento

TOPSOCIALBRANDS

A empresa norte-americana Vitrue, especializada em redes sociais, divulgou uma lista com as 100 marcas mais inseridas nas redes sociais no ano de 2009. Segundo a empresa, O Vitrue 100 foi criado para ajudar a trazer credibilidade e clareza a estes espaços emergentes e demonstrar o valor de comercialização nas mídias sociais.

Outra pesquisa, da consultoria eMarketer, apontou que entre as 500 empresas listadas pela revista Fortune, as que não estão em redes sociais representam somente 9% do total. No ano anterior o índice era de 43%. Trata-se de uma tendência global.

A Forrester Research também está afirmando que as campanhas de marketing envolvendo mídias sociais estão projetadas para crescer a uma taxa anual de 34%, mais rápido do que qualquer outra forma de marketing online (segundo o estudo US Interactive Marketing Spend 2009 to 2014). Tal estudo apresenta os fatores que explicam o declínio do marketing tradicional e mostra os motivos pelos quais os profissionais de marketing atualmente estão investindo cada vez mais em marketing interativo. A previsão é que até 2014, os investimentos em marketing online cheguem perto de US$ 55 bilhões, representando 21% do total de gastos com marketing.

Vitrue 100 é o resultado da análise diária Vitrue de mais de 2.000 marcas populares da web. O iPhone conquistou o topo da lista, seguido pela Disney e pela CNN. Um dos destaques é a Adidas que subiu de 85º em 2008 para o 14º lugar.

Confira o ranking:

iPhone
Disney
CNN
MTV
NBA
iTunes
Wii
Apple
Xbox
Nike
Starbucks
NFL
PlayStation
Adidas
BlackBerry
Sony
Mercedes
Microsoft
Samsung
BMW
Nintendo
Best Buy
ESPN
Ford
Honda
Ferrari
Gucci
Nokia
Major League Baseball
Dell
Coca-Cola
CBS
ABC
iPod
Mac
Turner
Nissan
Toyota
eBay
Amazon
Victoria’s Secret
Nutella
NASCAR
Disneyland
Audi
NHL
Red Bull
Verizon
Intel
Subway
Hewlett-Packard
Puma
Kia
Fox News
Porsche
Jeep
Dodge
Pandora
Walmart
Zappos
Suzuki
McDonald’s
Krystal
T-Mobile
Skittles
KFC
Volkswagen
NBC
Sprint
Pixar
Motorola
IKEA
Pepsi
Cisco
REI
LG
AT&T
Converse
The Gap
Chevrolet
Louis Vuitton
Toys”R”Us
H&M
Philips
General Motors
Pringles
Visa
Prada
Panasonic
IBM
VH1
Hulu
Oracle
Burberry
SEGA
Sears
Avon
Jet Blue
Lacoste
Comcast

Confira os detalhes do Vitrue 100

via

James Cameron: o Rolls Royce do cinema.

por Renato De Vuono - 17 de fevereiro de 2010, 18:25 - Categoria: Arte, Comercial, Consumidor, Economia, Estratégia, Inovação, internacional, Marketing, Mentes Criativas, Personalidades, Planejamento

james_cameron

Avatar superou a casa dos 2 bilhões de dólares nas bilheterias do mundo inteiro e superou a incrível marca do imbatível (até então) “Titanic”. Claro que as comparações não levam em conta fatores econômicos importantes como  a inflação, ou seja, o preço do ingresso em 1997 (exatos 13 anos atrás) era bem diferente de hoje e provavelmente, em números atuais, Titanic continua sendo o maior sucesso de bilheteria de todos os tempos.

Porém, deixemos o “economês” de lado; o que impressiona é que os dois filmes somados ultrapassam a casa dos 4 bilhões de dólares e não seria tão fantástico se ambos não fossem do mesmo produtor/diretor: James Cameron.

Em resumo: o cara é uma máquina de fazer dinheiro.

O que todos se perguntam é: como ele conseguiu fazer dois mega-sucessos “consecutivos”?

Bem, precisamos analisar onde exatamente Cameron é diferente dos demais. A primeira coisa é notar sua filmografia incrivelmente mais curta que a maioria dos diretores de Hollywood, ele fez desde sua estréia em 1981 apenas 8 filmes. É muito pouco, levando em consideração que outra lenda, Steven Spielberg, fez no mesmo período nada mais nada menos que 66 filmes; 26 apenas de 1997 a 2009, período que Cameron ficou “descansando” entre Titanic e Avatar.

E o mais incrível de tudo é que dos 8 filmes que Camero fez, 6 se tornaram clássicos (Exterminador do Futuro 1 e 2, Aliens, O Segredo do Abismo, Titanic e Avatar). É de impressionar qualquer um.

Ao que parece Cameron sabe valorizar como ninguém seu passe; faz um grande sucesso e depois fica recluso por muitos anos produzindo o próximo, o que por si só gera um “buzz” entre as pessoas que faz com que a expectativa em torno de seu próximo trabalho seja enorme e os cinemas fiquem lotados muito mais para ver o que “ele fez agora” do que pelo filme em si. Isso faz com que todos os seus filmes sejam cercados de muita “publicidade espontânea” acerca da produção antes dela chegar às telonas.

Cameron sabe como ninguém estimular o mais incontrolável dos instintos humanos: a curiosidade.

E com isso mostrou que é possível se fazer muito mais com muito menos: quantos filmes (e esforço) Lucas ou Spielberg tiveram que fazer para faturar 4 bilhões de dólares? Bem mais do que apenas 2, isso é certo.

E assim, Jim Cameron se torna uma lenda do cinema como o Rolls Royce entre o carro: se ele não tem a mesma classe do clássico inglês, é necessário apenas um para gerar a mesma receita de cinquenta Gols 1000.

#redes sociais lideram o uso da internet

por mauricio bueno - 9 de fevereiro de 2010, 18:26 - Categoria: Mídias Sociais, Pesquisa, Planejamento, Uncategorized

Foi divulgada uma recente pesquisa que aponta as redes sociais como a principal razão que leva quase metade dos brasileiros a utilizarem a internet em seus momentos de lazer. Orkut, Facebook, Twitter e MySpace foram apontados como as principais redes sociais utilizadas por 47% dos internautas quando acessam a web para fins pessoais. Esse percentual é ainda maior entre as mulheres (53%).

O estudo revelou também que a segunda atividade mais executada nos momentos pessoais na internet é a troca de e-mails com familiares ou amigos (44%). Empatadas em terceiro, com 40%, estão o acesso a informações gerais, como sites de busca, enciclopédias colaborativas ou números de telefone, e a leitura de notícias.

A pesquisa faz parte do estudo global “Internet Use” e foram medidas pela GfK Brasil, instituto de pesquisa, que entrevistou 1.000 brasileiros com mais de 18 anos de 12 capitais ou regiões metropolitanas.

O estudo também conferiu a opinião dos brasileiros em relação ao pagamento para acessar conteúdos na internet, a exemplo do que aconteceu em outros países. A grande maioria das pessoas (80%) espera que o conteúdo da Internet continue sendo oferecido gratuitamente. Para isso, a maior parte (56%) não se importaria que os provedores se utilizassem da venda de espaço publicitário ou outras ferramentas de marketing para cobrir seus custos e ainda ter lucro, já 24% querem o conteúdo gratuito e sem propagandas.

Apenas 5% estão dispostos a pagar por conteúdos específicos na Internet, mesmo que as páginas apresentem propagandas e 4% estão dispostos a pagar por conteúdo desde que ele não tenha propagandas.

Confira o gráfico com as atividades que os brasileiros mais utilizam para fins pessoais:

Dados da pesquisa pelo mundo

O estudo completo também abrange os Estados Unidos e 16 países europeus (Alemanha, Bélgica, Bulgária, Espanha, França, Grécia, Holanda, Hungria, Itália, Polônia, Portugal, Reino Unido, República Tcheca, Romênia, Suécia e Turquia). Foram entrevistados cerca de 17 mil pessoas nesses países.

Na comparação com o uso de internet para fins pessoais, os dados internacionais mostram que enviar e-mails é a atividade mais utilizada pelos entrevistados (55%). O uso de sites de busca e enciclopédias colaborativas está logo atrás (54%), em segundo lugar. Em terceiro lugar está a leitura de notícias (39%).

A procura de informações na Internet é muito usual nos Estados Unidos: 59% afirmam que utilizam predominantemente a rede mundial de computadores para este fim, enquanto quase a mesma porcentagem se corresponde com amigos ou conhecidos. Já os entrevistados da Europa Central e Europa Oriental preferem usar a Internet para ler as últimas notícias (69%), enquanto o e-mail e a busca de informação assumem segundo e terceiro lugar (48% e 45%, respectivamente).

As redes sociais ficaram apenas em quarto lugar no ranking, em relação aos países pesquisados, uma vez que 25% dos internautas estão em uma comunidade do gênero.

O estudo indicou também que os internautas valorizam a Internet e os serviços que ela oferece. Cerca de metade dos entrevistados acredita que ela tem efeitos sociais positivos, um terço avalia a influência da Internet como neutra e apenas 13% temem que ela tenha um impacto negativo sobre o seu país e a população.

via

Transmídia #avatar

por mauricio bueno - 9 de fevereiro de 2010, 16:35 - Categoria: Adverteinment, Brand Experience, Planejamento, Transmídia

transmediawordle

A trajetória de “Avatar”, de James Cameron, não vai se encerrar nas telas dos cinemas nem nos futuros DVDs. Dentro da ampla estratégia de marketing, ainda vão ter lugar de destaque games e livros para atrair o público jovem e os com espírito jovem. A proposta é manter a história do filme viva, no mínimo, nos próximos dois anos, mas com narrativas próprias para diferentes plataformas.

O protagonista desse projeto multiplataforma é o nova-iorquino criado no Havaí Jeff Gomez, fundador da Starlight Runner Entertainment. A empresa é voltada para “transmedia storyteller”, como é batizado nos Estados Unidos o princípio em que a tecnologia entra em cena permitindo que uma mesma história “navegue” na internet, seja a base do roteiro de games, DVDs, anúncios, enfim, tudo se processando com contribuições diferentes em cada uma das mídias mantendo a base do roteiro original.

Gomez hoje desenvolve a receita para unir a fantasia ao mundo bem real dos produtos, das marcas e o respectivo marketing. Ele disse que um sucesso de venda tem que ter com o consumidor uma espécie de “conexão emocional”. Ele citou os computadores da Apple: “Quem tem um desenvolve um caso de amor. A questão é: como criar esse amor?”

Admitiu que não é simples, mas frisou que é preciso conquistar as pessoas e uma boa história é o caminho para isso. “É fundamental trabalhar com bons roteiristas, não perder o foco, a causa e o efeito, os elementos de lógica e alimentar essa relação de amor. Mas, atenção, é importante ter o cuidado para não se abusar do consumidor, ter respeito e recompensá-lo com qualidade para que ele possa vir a interagir com a marca”, afirmou.

Gomez pilotou a proposta transmídia para uma campanha de comerciais do refrigerante batizada de “Fábrica de Felicidade”. Iniciada em 2007, segundo ele, as vendas da Coca-Cola no período da campanha chegaram a aumentar 4%. E as ações da companhia subiram de US$ 42 para US$ 60.

[fonte: valor econômico]

Marketing de experiência com um pouco de mágica – Mestres do Marketing Series

por Renato De Vuono - 8 de fevereiro de 2010, 23:13 - Categoria: Ação Promocional, Brand Experience, Consumidor, Estratégia, Guerrilha, Inovação, internacional, marketing de experiência, Planejamento

Imagem 072

Em 2005 os parques da Disney ficaram conhecidos como “O Lugar Mais Feliz da Terra” (The Happiest Place on Earth). Mas sabem de onde veio isso?

Tem algum tempo a Disney promove mega campanhas anuais, na verdade devido às dimensões e investimento tendem a ser bi-anuais, que servem de base para tudo o que marketing fará nesse período.

Para se ter idéia das dimensões do que estamos falando, em 2005 a Disneyland em Anhein, Califórnia – onde tudo começou – completou 50 anos e para comemorar a festa (e o investimento) fizeram jus à importância da data.

Todos sabem que a jóia da coroa é o complexo da Flórida, e foi lá que o grosso do investimento foi aplicado, sob o slogan “The Happiest Place on Earth” foram inauguradas atrações em todos os 4 parques da Flórida homenageando cada um dos parques da empresa no mundo.

No EPCOT “Soarin” foi trazido do parque aniversariante e é um dos maiores sucessos; trata-se de um simulador de asa-delta onde o visitante é elevado a mais de 12 metros de altura e “sobrevoa” a Califórnia. Para se ter idéia, é possível sentir o cheiro das laranjas ao “sobrevoar” as plantações californianas - um investimento da ordem de 50 milhões de dólares.

No MGM (agora Hollywood Studios), trouxeram do parque de Paris a atração “Lights, Motors and Action”, um show de ação com carros onde perseguições de filmes são encenadas ao vivo por dublês. Construiram um estádio com 5 mil lugares, desviaram um canal que passava na área e o palco é uma réplica de uma pequena vila francesa – palco é apenas força de expressão, pois a área toda da atração é maior que muitos estádios de futebol, o investimento: mais de 80 milhões de dólares (não perca as contas). Além disso trouxeram o show “Cinderellabration” do parque do Japão que acontecia todas as tardes em frente ao castelo da Cinderella no Magic Kingdom e desenvolveram o dinossauro “Lucky”, o primeiro boneco audio-animatronico a andar pelas ruas dos parques e interagir com o público completamente sem fios.

Como se pode ver, o investimento total foi enorme e o resultado: um tremendo sucesso, tanto é verdade que a Disney sempre será “o lugar mais feliz da terra”.

No ano de 2007 foi a vez da campanha “The Year of a Million Dreams” (o ano de um milhão de sonhos). Claro que um investimento como o de 2005 de uma só vez necessitava de uma ocasião muito especial, mas nem por isso, a campanha de 2007 foi menos espetacular. A idéia por trás do conceito era realizar 1 milhão de sonhos durante 2007, desde os pequenos até os grandes. Então, cada pessoa que estava dentro dos parques poderia ganhar desde um pequeno mimo como um sorvete até uma noite com a família na Suíte Real do Castelo da Cinderella. Sim, eles em fim tornaram o mito real: construiram uma suíte dentro do “monumento” mais famoso do mundo encantado, isso é marketing de experiência ou o quê?

E em 2009 a campanha “What Will You Celebrate?” distribuia bottons temáticos baseado em sua “comemoração”; “Primeira Visita”, “Reunião de família”, “Lua de Mel”, e assim por diante. A idéia é incentivar as pessoas irem à Disney para comemorar datas especiais (como se isso já não acontecesse naturalmente). E baseado no botton que as pessoas estiverem usando os “Cast Members” se esforçam para tornar a experiência ainda mais especial e se estiver disposto a gastar um pouco mais, tudo é possível (tudo mesmo). Para se ter idéia, aniversariantes não pagam e ainda ganham um “Fast Pass” especial que lhes dão direito a cortar fila das maiores atrações o dia todo. Simples e por isso mesmo genial.

ROI em mídias sociais. Você ainda não está convencido?

por mauricio bueno - 4 de fevereiro de 2010, 17:30 - Categoria: Mídias Sociais, Planejamento

As ferramentas de mídias sociais são cada vez mais vitais dentro dos planos de comunicação.

Não devemos falar em final da televisão, exterminio das revistas. Principalmente no Brasil, onde a TV tem grande penetração e audiência gigante.

Mas é fato que as ferramentas de propaganda tradicional, as promoções, o BTL e muitas outras, devem, sem sombra de dúvidas co-existir com as mídias sociais.

E se você está na dúvida se deve ou não participar. Tenho duas novidades para você: Provavelmente seu nome já está lá e você nem sabe, o que é ruim. E se você não estiver da maneira correta está perdendo uma oportunidade enorme de crescer com a sua marca.

Investimento Cooperado – Mestres do Marketing Series

por Renato De Vuono - 2 de fevereiro de 2010, 19:55 - Categoria: Brand Experience, Consumidor, Economia, Estratégia, Inovação, internacional, Planejamento, Uncategorized

DSC01492

bola

Nós estamos muito acostumados com o termo “mídia cooperada”, onde empresas se unem com propósito de aumentar sua força de vendas e diluir o custo de veiculação.

DSC02515

Porém, a Disney, desde a abertura de seu primeiro parque na Califórnia, foi muito além disso: encontrou empresas dispostas a arcar com os custos de construção e manutenção de suas atrações (brinquedos), elevando ainda mais seus lucros e reduzindo o impacto dos períodos de baixa temporada em seus resultados financeiros.

O termo para isso é comum, é batido, é sabido por todos e por isso mesmo é genial: patrocínio.

Nos condicionamos a pensar no patrocínio de uma maneira muito restrita o que faz que essa fórmula seja impensável em nosso país. A pergunta que não quer calar: mas o Playcenter já não fazia isso e os demais parques brasileiros ainda não o fazem?

Sim, fazia e fazem. Afinal, a Disney é modelo de negócio para todos os parques do planeta. Mas a questão é outra; é “como” fazem. É provavel, pela situação dessas empresas no Brasil, que a cota de patrocínio seja muito tímida frente aos custos operacionais das atrações o que se dá em consequência do próprio peso da marca do parque no contexto mercadológico do país; em resumo, os parques não tem uma marca tão valiosa a ponto de conseguirem uma contrapartida substancial das empresas que se interessam em patrociná-los (é a tal proporcionalidade do retorno versus o investimento).

E como funciona por lá? O primeiro passo é encontrar as empresas que tem afinidade com o projeto.Vamos pegar o exemplo mais famoso: a atração Mission:SPACE no EPCOT, parque da Disney na Flórida. O patrocinador, nesse caso a HP, participou desde os rascunhos do projeto (quando ainda era Compaq) e continuará arcando com os custos operacionais do “brinquedo” até 2013. Participou com dinheiro (e ainda participa) e também com Know-How tecnlológico que viabilizou a atração. Especula-se que o investimento ultrapassou a casa dos US$ 100 milhões e esta é até hoje a atração mais cara da história da empresa (e dos parque do mundo).

DSC02748

De quebra a HP passou a fornecer todos os computadores, servidores, softwares para a Walt Disney Company no mundo todo. Para se ter idéia, em 2003 (quando o acordo foi fechado) só para a Walt Disney World na Flórida foram fornecidas 13.000 impressoras a laser.

Um ótimo exemplo de mais um bom fruto da parceria é o “Ears to the World”, um fone wireless de tradução simultânea que funciona nas principais atrações dos 4 parques do complexo (bem como nos demais do mundo) que é fornecida sem custo para os visitantes (apenas 100 dólares de depósito para garantir que o equipamento seja devolvido).

DSC02740

O exemplo mais recente é o da “Spaceship Earth” (veja foto no início do blog) atração que conta a história da comunicação humana, que foi concebida e patrocinada originalmente pela AT&T (lembram-se que as Disney busca empresas que tenham afinidade com o projeto?) e após a não renovação com a patrocinadora, passou por uma profunda reforma custeada pela Siemens empresa que é sua atual “sponsor”.

Os valores envolvidos nessas negociações nunca foram divulgados oficialmente, o que se sabe é que há muito dinheiro envolvido e é um tipo de relação ganha-ganha em moldes e proporções que não estamos acostumados a ver por aqui e é provavel que não vejamos tão cedo.

fontes: http://www.space.com/businesstechnology/business/wdw_hp_031009.html

http://www.disney.go.com/vacations/missionspace/

http://h41131.www4.hp.com/za/en/press/HP_and_Disney_Launch_10-year_Strategic_Alliance.html

Você é #popular no twitter?

por mauricio bueno - 2 de fevereiro de 2010, 11:29 - Categoria: Mídias Sociais, Pesquisa, Planejamento

twitterrank

Grande parte dos Ranks para o Twitter oferecem números baseados apenas em followers, algo que é totalmente incoerente com a realidade. Pensando nisso, Hugo Wantuil resolveu criar o twitterank. Ele é baseado em três variáveis:

1 – Popularidade, que envolve a quantidade de followers, de friends, a relação entre eles e também a idade do perfil;
2 – Envolvimento, onde basicamente é medido o seu nível de interação com a rede, seus followers e friends;
3 – Influência, que mede basicamente o quanto você é mencionado e retwittado, claro que existem mais variáveis, como por exemplo a frequência de retweets, a data do mesmo e outros.

Juntando essas 3 variáveis é possível tirar uma média e gerar então um Ranking confiável e justo.

O sistema pega o nome do perfil desejado e, a partir daí, faz uma interação com a API do Twitter que busca então informações relevantes para medir o rank do perfil. Lembrando que o rank é atualizado de 4 em 4 dias para os perfis já buscados no site. Pelo fato de estar em fase de testes (beta) no momento ele computa apenas quem usa o sistema.

via

Dez livros GRÁTIS sobre mídias sociais

por mauricio bueno - 1 de fevereiro de 2010, 14:31 - Categoria: Mídias Sociais, Planejamento

O assunto está em pauta. E como dentro de mídias sociais a informação é fundamental. Aí vão dez dicas de leitura gratuita.

Use a “força” na comunicação

por mauricio bueno - 26 de janeiro de 2010, 22:11 - Categoria: Design, Internet, Marketing, Marketing Viral, Planejamento

 G13296_hero_1600x1200

A nova linha de produtos da Adidas, assim como toda a campanha, usa de um recurso já conhecido: a força. Os produtos unem o “cool” da marca Adidas com a popularidade do filme Star Wars.

 A campanha divulga a nova linha de produtos através de um aplicativo no site e facebook. Vale a pena conferir no site adidas.

O vídeo, feito para internet, parece ter embarcado na força e está crescendo em visualizações.

 

Alguns vídeos mais antigos já basearam a sua “virulência” na popularidade do filme Star Wars. Confira aí.

 

O mais importante, e que podemos chamar de “força”, é o interesse do público-alvo. E isso, só vamos entender mergulhando em seu universo, no mundo do produto, da marca, dos valores da empresa, enfim. O produto ou a comunicação ideal, são aqueles que traduzam os anseios dos consumidores e saibam falar a sua lingua.

Posts da categoria: Planejamento