O mais legal é que, além de ter essa idéia fantástica, eles foram adiante, produziram e divulgaram para o mundo. Resultado, o Mac Donald´s e a Coca Cola poucos meses depois os contratrataram para uma campanha.
Ou seja, não basta ter uma boa idéia; é preciso acreditar nela e executá-la.
Novo filme desenvolvido para a Nike dirigido por Robert Rodriguez. Este filme é o exemplo de que tudo fica fácil quando a verba do cliente permite trabalhar com uma produção e elenco desses.
Começamos mais uma semana e o assunto de hoje é a série de comerciais “Live the language” que chamou a minha atenção pela leveza despojada e temática possível. Com direção de Gustav Johansson para o cliente EF Language Schools o comercial conta com o emprego de tipografias em belas composições desenvolvidas por Albin Holmqvist, muito bem escolhidas, fazem um link direto com a arquitetura e traduzem o cotidiano de pessoas que estão vivenciando novas culturas através do fato de aprenderem uma nova língua e simplesmente estarem onde estão. A série é composta por situações em Barcelona, Beijing, Londres e Paris, a simplicidade e o fato de ser algo perfeitamente possível, aliado à uma bela fotografia transformam essa série de comerciais num convite. Dá vontade de vivenciar as situações e faz com que nós tenhamos essa noção de que de fato somos cidadãos de um mundo de diversidades culturais fascinantes. Uma série de comerciais sem grandes astros, pirotecnia ou situações extremas, mas muito bem costurados, enfim, confiram a seguir!
A Nissan e a Lew Lara/TBWA parecem realmente não se importar com miudezas culturais e continuam a veicular comerciais bem humorados e agressivos contra a concorrência.
Nós, publicitários e consumidores, agradecemos.
E dessa vez as marcas não são citadas diretamente; vai ser ruim reclamar ao Conar agora.
A publicis comprou 49% da Talent Group, uma das maiores agências de propaganda do país.
Segundo o grupo isso faz parte de sua estratégia de crescimento no Brasil através de aquisições.
Isso vem de encontro a outros posts publicados aqui falando do retorno dessa forte tendência de fusões e aquisições – post da compra da W/Brasil pela Mccann – não só em nosso segmento como em todo o mercado – é uma maneira de otimizar os investimentos e adquirir também o know how da empresa adquirida.
Ainda segundo a Publicis, o grupo tem intensão de comprar também a parte majoritária da Talent e tal qual houve com a W, seus fundadores permanecerão à frente de suas agências.
Estava na cara que o novo comercial da Nissan Livina estava ousado demais para os moldes do nosso mercado.
Mesmo sabendo que os brasileiros não gostam e há regras contra esse tipo de propaganda, vez ou outra agências e anunciantes resolvem arriscar-se.
Dito e feito, o CONAR suspendeu ontem a veiculação do filme até o julgamento. A Lew Lara/TBWA já tem 2 planos alternativos “na manga”.
Sem entrar na questão do bom gosto, pessoalmente acho uma grande bobagem essa coisa do “políticamente correto” da cultura brasileira, um país que deveria gostar mais de expor do que deixar “subentendido” – dado nosso histórico. E mais grave ainda, sob muitos aspectos, essas suspensões são uma forma de censura, já que o comercial não ofende, de fato, ninguém. Mas fatos são fatos, e comparações não são bem vindas por aqui – lembrem-se que a Hyundai foi obrigada a mudar seus comerciais também, que lá fora, foram veiculados livremente.
Nada como ver o motivo da rusga e tirar suas próprias conclusões.
Cartão de visita é algo comum, que todo mundo tem e raramente se vê algo novo e além disso, as tentativas de se fazer algo novo, via de regra, criam pequenos monstros.
As agências torcem o nariz e fazem o básico; não compromete mas também não acrescenta nada.
Eis que em meio a esse marasmo, alguém resolveu mostrar que é possível se fazer algo criativo e que consiga transmitir muito sobre a empresa no cartão de visitas.
Vejam o que a Y&R fez para a TAM Cargo. Simples e muito legal.
Brasileiro não gosta de comparações explícitas. Somos um povo que prefere as mensagens nas entrelinhas; que apesar de ter um educação bem questionável, gosta do “politicamente correto” – para não dizer hipocrisia.
Isso é muito claro na propaganda; comparações entre duas marcas não são bem vistas pelo público e o reflexo disso, não são permitidas pela legislação.
Recente episódio foi protagonizado pela Rayovac e Duracell. A primeira fez a propaganda e a segunda… entrou na justiça.
A Duracell se baseia na lei que não permite a exposição de uma marca sem a autorização da outra – que é o mesmo que fazer uma lei proibindo esse tipo de propaganda – e pelo uso incorreto de seu logotipo. Pessoalmente, acho isso uma tremenda bobagem. Desde que a comparação seja justa e não se faça nada para denegrir a marca concorrente, comparações são saudáveis.
Fora do Brasil esse tipo de comunicação é comum, apreciada e já redem bons comerciais. Mas essa é uma questão cultural e aqui não funciona. Até aí tudo bem, o publico seleciona o que quer ver. Mas o que não está certo é haver proibição, que não deixa de ser uma espécie de sensura.
Veja abaixo como é possível fazer um bom comercial nesses moldes.
O AdWords é um serviço do Google que fornece anúncios em forma de links nos sites de busca relacionados às palavras-chave que o seu futuro cliente está procurando. É um modo de publicidade baseada no sistema de custo por clique (CPC). Os anúncios do AdWords são exibidos juntamente com os resultados de pesquisa no Google.
No AdWords você define o CPC Máximo que deseja pagar por uma visita gerada pela palavra-chave, porém o CPC Real é definido como R$ 0,01 acima do mínimo necessário para manter a posição do seu anúncio. Por exemplo: se você definiu o CPC máximo R$ 0,60 e o próximo anunciante definiu como R$ 0,40, então o Google irá cobrar R$ 0,41
Existe também a possibilidade de pagar por CPC Médio, ao invés do CPC Máximo padrão.
O Google prioriza os anúncios com conteúdo à busca realizada, o que evita que algumas empresas comprem links em áreas não relacionadas ao seu ramo de atividade.
O índice de qualidade é o que determina se aquela palavra-chave, se pesquisada, retornará o seu anúncio e em qual posição. Em uma loja virtual, isso pode significar mais clientes, como falei no artigo “Como aumentar o ticket médio de sua loja virtual”
Sua posição no anúncio é igual ao produto do CPC que você está disposto a gastar por aquela palavra, multiplicado pelo índice de qualidade da palavra:
CPC da palavra X Índice de Qualidade = AdRank
Esse índice não é fixo, pelo contrário: é dinâmico e calculado com a média de quatro fatores: CTR médio, histórico da sua conta, relevância da palavra-chave com o texto do anúncio e qualidade da página de destino.
Você percebeu que os anúncios não são distribuídos por um sistema de leilão direto, onde aquele que oferece mais aparece na frente. Esse sistema cria disparidades, pois sites sem relevância podem aparecer como anúncios relacionados ao assunto pesquisado, quando na verdade não o são. Hoje, quem está disposto a fazer um bom trabalho e não possui um orçamento tão grande para a campanha pode ainda figurar entre os cinco primeiros links patrocinados.
Existe uma diferença entre o índice de qualidade na rede de pesquisa e o índice na rede de conteúdo, observe abaixo:
Rede de pesquisa
Rede de conteúdo
CTR Médio
60%
0
Histórico da conta
10%
20%
Qualidade da página de destino
10%
20%
Relevância da palavra-chave em relação ao anuncio
10%
50%
Desempenho dos anúncios na região geográfica escolhida
5%
5%
Outros
5%
5%
Essas porcentagens são estimativas minhas e baseadas em estudos.
Agora vamos ver como melhorar o Índice de Qualidade na Rede de Pesquisa – IQRP
O valor que você está disposto a pagar influencia bastante na posição do seu anúncio. Então, antes de fazer a campanha, utilize a ferramenta “Google AdWords Keyword Tool”; ela te dará o valor do CPC médio das melhores palavras-chave relacionadas ao seu serviço ou produto. Com essa informação em mãos, faça um planejamento de acordo com o seu budget.
Outra ferramenta importante disponível são as “palavras-chave negativas”. Elas são uma maneira eficiente de filtrar o tráfego para garantir que seus anúncios sejam exibidos somente para pesquisas relevantes. Filtrando as impressões indesejadas, as palavras-chave negativas podem ajudar a alcançar os clientes certos para o seu negócio, reduzir os custos e aumentar o retorno do investimento. Algumas palavras-chave negativas podem ser adicionadas na campanha e evitar que o anúncio seja exibido. Aqui vai uma pequena lista com termos negativos: grátis, gratis, gratuita, gratuito, apostila, pdf, e outros mais que não trazem um retorno favorável.
E a última dica vai para a página de destino, que tem que prender a atenção do visitante o maior tempo possível, coletar dados e fazê-lo querer navegar mais profundamente no site até comprar o seu produto/serviço. No início de cada campanha, o Google analisa a fundo essas visitas e vai te dando notas, se os primeiros visitantes entram na página e logo saem, se seu site é considerado de baixa relevância e qualidade e sua posição vai caindo até sumir, aí não adianta subir o CPC porque você vai gastar tudo e não ter retorno nenhum.
Conclusão
O cálculo exato do índice de qualidade ainda é um segredo muito bem guardado, assim como é o algoritmo de busca orgânica do Google. Embora não seja possível descobrir todos os fatores relevantes para otimizar uma campanha, é possível extrair o suficiente para compreender e fazer o sistema trabalhar para você. Quem entender melhor o índice de qualidade estará em uma posição muito melhor para obter mais de sua publicidade no AdWords e gastar muito menos do que os aventureiros de primeira viagem. O mercado brasileiro conta com muitos consultores especializados e vale a pena procurá-los, ao invés de querer fazer “com qualquer um”. No final, sai mais barato e os resultados acontecem, e você demonstra cuidado com sua marca digital.
Fonte: Jornal do E-commerce – por (Roberto de Jesus Oliveira).
Descontentes com alguns comentários dentro das agências, algumas pessoas criaram uma página no facebook, a ‘Shit The Creative Director/CEO/Account Guy/Client/Intern Says’. Vale a pena conferir, é exagerado mais engraçado – aqui