Azul é quente!

por Renato De Vuono - 5 de fevereiro de 2011, 22:09 - Categoria: Ação Promocional, Anúncios, Brand Experience, Brasil, BTL, Comercial, Consumidor, Criatividade, Design, Economia, Estratégia, Guerrilha, Inovação, Marketing, marketing de experiência, Mídia Externa, Planejamento

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Olá amigos.

Já falei aqui em outras oportunidades sobre o setor aéreo, tão importante para a sociedade e tão fascinante.

Bem, a maior novidade, e a melhor delas, é a Azul Linhas Aéreas. Há muito o que se falar sobre a genialidade de seu fundador, David Neeleman, porém esse post tem outro foco: comunicação.

A marca Azul foi eleita pela revista Advertising Age de Nova York uma das 30 marcas mais quentes do mundo. O mais interessante que é a única empresa aérea na lista, e uma das três brasileiras; as outras duas são a Natura e a Havaianas.

Para uma empresa recém-nascida, é um feito e tanto.

Segundo a Advertising Age, o sucesso da Azul está ligado diretamente à força da imagem de sua marca. Entre os principais pontos destacados para premiação, estão: a maneira inovadora e eficiente com que a empresa está conduzindo sua área de comunicação; uso intensivo das redes sociais, táticas diferenciadas de divulgação de produtos e serviços; uso criativo de meios para divulgação de diferentes mensagens.

Prova disso é uma pesquisa feita pela Avião Revue com mais de 8.500 leitores que elegeram a Azul como a mais bela identidade visual do Brasil entre as Cias Aéreas, com mais de 24% dos votos.

Sem dúvida, o fogo mais quente é azul!

A empresa também foi pioneira em usar a parte externa de seus aviões para publicidade. Outras cias nacionais já fizeram coisas semelhantes, mas apenas para seções fotográficas, as aeronaves jamais saíram do chão com as campanhas. No caso da Azul é diferente; seus aviões estão carregando na fuselagem a comunicação do chocolate “Suflair”, cujo próprio nome já oferece o link necessário para a comunicação em aviões.

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Além disso, quem pode esquecer das campanhas do “chocolate que fazia as pessoas flutuarem”?

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Fotos: Renato De Vuono

Azul vai além; engajada nos projetos sociais, personalizou um avião, o uniforme de sua tripulação, e um ônibus na cor rosa – cor símbolo do combate ao câncer de mama. A ação faz parte da estratégia de marketing social da Azul, através da qual, junto da Femama – associação que combate o câncer de mama – a Azul pretende conscientizar as pessoas da gravidade do problema e principalmente, da simplicidade da prevenção. Nem é preciso dizer que a empresa ficou ainda mais simpática e ganhou muitas fãs mundo a fora.

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A aeronave foi batizada de “Rosa e Azul”, seguindo a característica da empresa de batizar todas suas aeronaves com nomes relacionados à cor azul.

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É realmente gratificante ver uma empresa inovadora e séria como a Azul investindo pesado em nosso país e trazendo consigo uma revolução na maneira de pensar e fazer negócios no país. Um abraço e até a próxima.

Mídia externa contra violência doméstica

por mauricio bueno - 6 de maio de 2010, 15:01 - Categoria: BTL, Internet, Mídia Externa

O lugar mais selvagem de Copenhagen

por mauricio bueno - 1 de março de 2010, 15:09 - Categoria: BTL, internacional, Mídia Externa

Envelopamento criado para o zoológico de Copenhagen. Belíssima direção de arte.

Copenhagen Zoo: Snake Bus

Vagalumes 2.0

por Falcaozinho - 24 de fevereiro de 2010, 13:08 - Categoria: Curiosidades, Design, Inovação, Mídia Externa, Tecnologia

Fonte: Update or Die

Mídia Externa leva a sério – continuação

por Renato De Vuono - 21 de janeiro de 2010, 11:57 - Categoria: Brand Experience, Economia, Estratégia, Inovação, internacional, Mídia Externa, Tecnologia

Mais uma exemplo de como se investe pesado em mídia externa nos Estados Unidos e como os resultados são fantásticos. São os Mestres do Marketing mostrando mais uma vez que para ser grande é preciso ser bom e não há retorno sem investimento.

15 Práticas que devem passar longe da sua agência.

por Peagá - 26 de novembro de 2009, 11:55 - Categoria: Estratégia, Mídia Externa, Mídias Sociais

CUIDADO

Teoricamente faça tudo certo que nada dará errado. Pois é, na teoria. Na prática e no dia a dia, existem outros fatores que podem fazer com que o seu negócio (agência) dê aquela desandada. Isso é fato.
Devido a isso, Tim Williams, fundador da consultoria de gestão de empresas de comunicação Ignition, escreveu um texto excelente para o Advertising Age no qual ele listou 15 coisas que devem ser evitadas pelas agências. Para não demonstrar apenas os problemas, ele também indicou o melhor a ser feito. Agora sim, fazendo tudo certo, nada dará errado!

Neste ambiente de mudanças, disse Williams, seguir as práticas comuns de mercado são, geralmente, o pior tipo de decisão a ser tomada. Portanto, na sua opinião, é preciso assumir riscos que sejam positivos, que façam sua agência se adequar a este novo tempo. Os caminhos apontados como ideais podem parecer, à primeira vista, os mais perigosos, pois vão contra o que tem sido feito no setor. No entanto, a forma usual de se fazer coisas – aparentemente mais segura – podem colocar sua empresa numa rota destrutiva.

São dicas bem atuais e condizentes com o momento de ‘reinvenção’ pelo qual nosso setor está passando no mundo todo. Seu foco foram as agências de pequeno porte, mas seus comentários valem para qualquer tipo de empresa que atua no processo de construção de marcas. Vamos lá:

1. Habilidades construídas no modelo de interrupção, ao invés do engajamento.
As agências estão acostumadas a entregar exposição para as mensagens da marca dos clientes, mensuradas por alcance, freqüência e custo por impressão. Com os consumidores firmemente no controle das escolhas de mídia e hábitos, nenhuma quantidade de exposição importa quando ninguém está mais prestando atenção. O que as agências vendem – ou deveriam vender – é engajamento. As métricas de engajamento são completamente diferentes das medidas de mídias tradicional do passado, incluindo attentiveness (atentividade), receptividade e potencial de buzz. Exposição tem a ver com eficiência. Engajamento tem a ver com efetividade.

2. Um departamento digital no lugar de competências digitais.
O departamento digital dos anos 2000 é igual ao departamento de TV dos anos 1950. A revolução digital já é longa o suficiente para os departamentos especializados desaparecerem. Virtualmente, toda posição existente no departamento digital tem um lugar natural que já existe nas funções da agência. Só é preciso que os gestores da agências resolvam assim para que o digital se torne uma competência da agência, e não um departamento.

3. Competências centrais focadas do ‘uma pra muitos, ao invés de ‘um pra um’.
Muitos profissionais de agência têm um medo irracional de dados e banco de dados, mesmo que o futuro do marketing claramente implique no entendimento de como alavancar informações. Graças, principalmente, á internet, o público de massa já podem ser identificado e selecionado de maneiras que fazem um uso muito melhor do dinheiro da empresa. As agências precisam migrar da gestão das massas para a customização em massa. As agências sabem como fazer transmissões amplas, mas é hora de estreitar essa conversa.

4. Criar comunicação ‘marca-consumidor’ no lugar de comunicação ‘consumidor-consumidor’.
As agências que cresceram na era da comunicação controlada têm, agora, que aprender a servir seus clientes em um mundo de diálogos abertos. Isso exige habilidades e oferta de serviços bem diferentes. Isso significa ir além de ‘consumidores como público’ para ‘consumidores como meio’.

5. Falta de análises e ferramentas para medir efetividade.
As agências – e muitos anunciantes – ainda têm uma visão errônea de que a efetividade é muito difícil de mensurar. Excessivos argumentos inverossímeis entrar no caminho das agências que resolvem trabalhar com esse tipo de análise. Obviamente, não existe uma receita perfeita para calcular ROI e as agências não podem ser inteiramente responsáveis pelas vendas. Mas isso não deveria impedir as agências de ajudar os clientes a identificar e testar os principais geradores de sucesso da marca. Empresas com verbas menores querem e precisam reduzir a incerteza, e é exatamente isso que essas métricas oferecem.

6. Sistemas de produção que são lineares ao invés de orgânicos.
Muitas agências ainda têm uma abordagem de produção em linha, baseada em um sistema de trafegar trabalho de porta em porta e, então, passar ao trabalho seguinte. Entretanto, no mundo digital, a maiores dos Jobs morrem. Um website nunca é feito. Campanhas online podem ser constantemente monitoradas e otimizadas. As agências devem ajustar tanto o fluxo de trabalho e os sistemas de compensação para acomodar o trabalho de produção em tempo real.

7. Desenvolver planos de mídia ao invés de planos de canais.
A visão dos profissionais progressivos de mídia é que tudo é canal, e o que é realmente necessário no lugar do plano convencional de mídia é um plano holístico de canal que inclui, potencialmente, todos os três maiores tipos de canais de comunicação: comprados (mídia paga), não-pagos (virais, por exemplo) e de propriedade da marca (empregados, lojas, etc).

8. Escolher mídias ao invés de criá-las.
Rápido, fale um título criado pela Crispin, Porter + Bogusky? Há grandes chances de que não vai se lembrar de algum, mas essa agência é considerada um líder criativo, pois tem uma abordagem tão inventiva em relação a onde a mensagem aparece, e não só ao que se diz. A verdadeira oportunidade para as agência não é comprar canais de mídia existentes, mas, ao invés, criar canais que nunca existiram antes.

9. Criar transações de marca ao invés de relacionamentos de marca.
Todos já ouviram executivos de agências dizerem aos clientes, ‘Nosso trabalho é fazer com que o consumidor compre o produto uma vez. É sua tarefa trabalhá-lo daqui pra frente.’ As agências tem sido, historicamente, focadas em ajudar a vender. Porém, no mercado, onde a experiência verdadeira com a marca forma opiniões de consumidores que circulam ao redor do mundo ao toque de uma tecla, as agências tem a grande oportunidade de ajudar os clientes a criar e manter relacionamentos positivos de marca.

10. Focar na ‘grande ideias, ao invés de ‘grandes ideias multicanais’.
Os dias daquele redator ou diretor de arte isolado em uma sala para ter a ‘grande ideia’ para uma campanha de TV chegou ao fim. Não há dúvidas de que as marcas precisam de ideias criativas poderosas para vencer no mercado, mas o que é necessário, ao invés de uma grande campanha centrada na TV, são diversas ideias táticas menores que conseguem viver em vários canais. É surpreendente quantas agências ainda não possuem essa perspectiva.

11. Ter uma equipe de produção tradicional, ao invés de ‘produtores’.
As agências devem estar preparadas não só para veicular anúncios na TV ou em revistas, mas para executar em canais que vão de ‘calçadas’ a iPhone apps. O profissional de produção deve se tornar um verdadeiro ‘produtor’, com habilidades flexíveis e recursos encontrados em empresas de branded-entertainment.

12. Esperar que os executivos de conta sejam tanto estratégicos como gerentes de projeto.
Enquanto há exemplos reais de executivos que dominam os dois lados do cérebro, que dominam estratégia e logística, essas duas habilidades raramente vem no mesmo pacote. Esperando que os executivos de conta façam os dois trabalhos, as agências vão produzir insatisfações freqüentes por parte dos clientes em relação às contribuições estratégicas e o pensamento proativo. Não é só porque a maioria desses profissionais não tem habilidades estratégicas, mas porque eles simplesmente não têm tempo. Ainda, com a complexidade de gerir trabalhos digitais, é absolutamente necessário dividir o tradicional trabalho de gestão de contas em dois: planejamento estratégico e gestão de projetos. Em algumas agências, a gestão de projetos é tão bem definida e levada à sério, que esses profissionais são, geralmente, certificados por organizações como o Project Management Institute.

13. Continuar a alocar a verba dos clientes na mídia, ao invés da criação.
Considere o seguinte: quanto custa atingir um milhão de pessoas em uma rede de televisão? Em torno de U$60,000 (em dólares). Quanto custa atingir um milhão de pessoas no Youtube? Zero. Nada.

Em um mundo onde muitas das mídias mais poderosas tem custo zero, as ideias são a real moeda do marketing, e não o dinheiro.

14. Uma estratégia de negócio que tenta oferecer oferta de valor (estratégias e ideias) assim como cada vez mais ofertas de baixo valor (produção básica e execução).
As agências não podem mais se dar ao luxo de manter estruturas de custo cada vez maiores, que vem com tentativas de trabalhar todo tipo de serviço possível em um só teto. Há uma razão pela qual a maioria dos produtos comoditizados, como o aço, serem feitos em países com menores estruturas de custo. Havia um tempo em que a maioria dos serviços das agências era vista como de alto valor, no sentido de que os clientes não conseguiam fazer, eles próprios, essas coisas, e, além disso, tinham poucas opções. Tudo isso, no entanto, mudou, e é em função disso que agências como a Ogilvy (que produz trabalhos de alto valor) lançou a Redworks, que produz trabalhos de baixo valor. A economia de produzir tanto produtos de alto como baixo valor na mesma empresa não é algo competitivo.

15. Vender horas trabalhadas, ao invés de valor criado.
É hora das agências cobrarem pelo que elas estão realmente vendendo. Os clientes não compram seus custos (suas horas, despesas gerais ou honorários). Eles compram o valor que você cria para a marca dele. Mesmo assim, os modelos de cobrança e compensação das agências ainda são feitos em torno de tempo e eficiência, ao invés de resultados e eficácia. Principalmente pelas pressões de custo dos clientes, é hora das agências começarem a contabilizar as coisas certas e desenvolver abordagens de compensação que alinham incentivos econômicos da agência com os do cliente.

E aí pessoal, are we ready for action?

A Galileo está.

Ritual Stella Artois

por mauricio bueno - 26 de novembro de 2009, 10:28 - Categoria: Inovação, Internet, Marketing Viral, Mídia Externa

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Com o posicionamento de que a cerveja Stella Artois é considerada uma obra-prima das cervejas. Agora um grupo de artistas, contratados pela marca, está realmente associando a marca, a arte.

E para isso, resolveram inovar em um outdoor instalado na lateral de um prédio, no elegante bairro de SoHo, em Nova Iorque. O grupo de pintores responsável pelo trabalho, é especializado em pinturas nas alturas, chamados Sky High Murals, o desafio era transformar o outdoor em um verdadeiro espetáculo, simbolizando o ritual que é servir um copo com a cerveja da marca.

Durante 21 dias, os artistas executaram pinturas a mão em uma área de aproximadamente 6 x 15 metros, fazendo uma animação stop-frame do derramamento do líquido no copo. Conforme os dias se passavam, o desenho era apagado e refeito para dar andamento ao tal ritual. Os curiosos de plantão que passavam todos os dias ali podiam conferir todos os detalhes da ação, que foi documentada dia-a-dia do site TheRitualProject.com. Além de conferir vídeos com o andamento do projeto, um time-lapse bem bacana (que vocês conferem abaixo em 3 partes) e entrevistas com os artistas, o projeto todo será transformado em um mini documentário.

PART 1

PART 2

PART 3

Panasonic – Nose Hair

por mauricio bueno - 24 de novembro de 2009, 10:00 - Categoria: Mídia Externa

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Renovação da mídia externa. Na Indonésia, a Panasonic encontrou uma forma diferente e muito criativa de mostrar os benefícios de seu produto: Cortador de pelos do nariz

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