Nova série: Dez preciosas regras sobre Marketing em Mídias Sociais

por Guilherme Goes - 1 de fevereiro de 2010, 17:37 - Categoria: Estratégia, Internet, Marketing, Mídias Sociais

Golden Rules - Social Media Marketing

Em publicação muito interessante, dez regras de ouro sobre como trabalhar o marketing em mídias sociais foram extraídas mediante a análise dos sucessos e fracassos de centenas de campanhas. A clareza com que padrões emergiram deste tipo de mídia remove muito do mistério por trás das mídias sociais e ajudam equipes de marketing a identificar rapidamente os riscos específicos bem como o potencial de oportunidades se desdobrando ao seu redor.

Panorama e contexto

Blogs, comunidades online, mídia social e  redes sociais: todos têm mudado constantemente o marketing online. Neste novo panorama, as marcas estão em um diálogo constante com seus consumidores que cada vez mais tem atuado como legítimos advogados em sua defesa – ou não. A marca tornou-se apenas uma “pessoa” entre milhões e o desafio para os publicitários e demais profissionais da área é o de que enquanto as recompensas podem ser enormes, os riscos são maiores.

Uma maneira diferente de pensar em como aproveitar a mídia social

A transparência nas relações de consumo ganhou novos contornos. O modelo interruptivo de propaganda continua perdendo forças para o engajamento e fidelidade à marca. O desafio de persuadir os consumidores a ouvir e prestar atenção substituiu a facilidade de comprar tempo de propaganda. Consumidores estão mais conscientes do que nunca sobre quando e como concederão sua preciosa atenção e, dessa forma, não hesitam em se desconectar quando a mensagem não atende ao esperado. Entre Twitter, Facebook, MySpace, Google e outros portais, há um fluxo incessante de novas tecnologias e técnicas para os publicitários tentarem utilizar, não obstante os mapas do sucesso ainda permanecerem obscuros para muitas marcas.

Adicionado a isso tudo, temos a complexidade organizacional. Muitas mídias sociais unem relações públicas, publicidade e relacionamento com o cliente. É demandada a atuação de times multifuncionais, com visões amplas e capacidades que os anúncios tradicionais jamais requisitaram. Ainda, nas mãos certas, notícias são criadas, discussões são motivadas, entretenimento esperado pelos consumidores são proporcionados e um comprometimento acima da média é atingido – coisa até então esquecida pela indústria da publicidade. Com as idéias e times corretos, marcas podem nutrir conteúdos gerados por seus consumidores, alimentar discussões e ampliar o alcance de suas mensagens. Alimentado, o ecossistema das mídias sociais indiscutivelmente trará novos desafios aos responsáveis por websites e comunicação.

A partir de amanhã publicaremos as 10 preciosas dicas diárias sobre o que fazer e o que evitar ao se trabalhar as mídias sociais.

Fique ligado!

Use a “força” na comunicação

por mauricio bueno - 26 de janeiro de 2010, 22:11 - Categoria: Design, Internet, Marketing, Marketing Viral, Planejamento

 G13296_hero_1600x1200

A nova linha de produtos da Adidas, assim como toda a campanha, usa de um recurso já conhecido: a força. Os produtos unem o “cool” da marca Adidas com a popularidade do filme Star Wars.

 A campanha divulga a nova linha de produtos através de um aplicativo no site e facebook. Vale a pena conferir no site adidas.

O vídeo, feito para internet, parece ter embarcado na força e está crescendo em visualizações.

 

Alguns vídeos mais antigos já basearam a sua “virulência” na popularidade do filme Star Wars. Confira aí.

 

O mais importante, e que podemos chamar de “força”, é o interesse do público-alvo. E isso, só vamos entender mergulhando em seu universo, no mundo do produto, da marca, dos valores da empresa, enfim. O produto ou a comunicação ideal, são aqueles que traduzam os anseios dos consumidores e saibam falar a sua lingua.

Já ouviu falar em NAMING?

por Guilherme Goes - 26 de janeiro de 2010, 17:43 - Categoria: Brand Experience, Consumidor, Estratégia, Marketing

Naming

Em entrevista à Folha Online, David Placek explica em miúdos como cria nomes para produtos de grandes clientes junto de sua equipe de 26 pessoas (apenas em seu escritório) e de mais de 80 lingüistas espalhados por 40 países ao redor do mundo, os quais fazem análises para garantir que uma palavra em inglês, por exemplo, não tenha uma conotação completamente negativa quando levada para outra cultura.

Durante entrevista, David conta que o “naming” é requisitado por grandes empresas, como Apple, Microsoft e RIM. PowerBook, Zune e BlackBerry, produtos dessas três marcas, foram nomeados por Placek e sua equipe ao longo de 26 anos de atividade –no total, ele estima já ter dado nome a 2.000 negócios.

Dentre as curiosidades citadas, Placek revela que toda grande empresa enxerga o nome de um produto como algo vital para sua estratégia e que nomes simples, de fácil pronúncia e que nem sempre existem no dicionário são as que surtem mais efeito.

Para nomear o produto que hoje conhecemos por Blackberry, a empresa especializada no assunto notou, através de pesquisas, que quando as pessoas eram questionadas sobre o termo “e-mail”, sua pressão sanguinea subia. Assim, iniciaram o processo de “naming” ao imaginar um processo de comunicação prazeroso. Chegaram à conclusão de que a letra “b” inspira confiança, preto (black) remete a cor industrial, tecnológica e berry (cereja) é algo fácil de se pronunciar. Por fim, associaram as teclas do teclado de um computador a sementes da pequena frutinha.

O resultado desta salada, após o investimento de 50 a 150 mil dólares? O famoso nome.

Confira na íntegra a entrevista: http://ow.ly/Yy4v

Um pouco de Design Thinking: Pensando Como Designer

por Falcaozinho - 21 de janeiro de 2010, 18:13 - Categoria: Design, Marketing

Uma das lições mais importantes que aprendi sobre como inovar foi a de pensar como um designer e usar o processo design thinking. Aprendi isso do David Kelley, fundador da IDEO – provavelmente a empresa mais bem-conceituada mundialmente no desenvolvimento de produtos e experiências inovadoras (como por exemplo, o mouse!)

Com design thinking o processo em si é importantíssimo, e acreditando nele, nos surpreenderemos com resultados criativos e inovadores. Manter o foco no usuário é o outro conceito central ao design thinking. De modo geral, o processo procura resolver um problema ou uma questão de modo criativo.

Após definir o problema ou o foco do projeto, vêm as seguintes etapas:

1. Buscar as Necessidade do Usuário (Need Finding): Nessa etapa tentamos identificar quais são as maiores dificuldades do usuário. Temos que botar a mão na massa e observar o usuário, desenvolvendo empatia por ele e por sua circunstância. Isso não se faz através de questionários, mas sim saindo para a
rua, observando usuários verdadeiramente e documentando suas vidas.

2. Desenvolver um Ponto de Vista: O propósito dessa etapa é sentar com o seu time e digerir os dados que encontraram nas observações prévias. Provavelmente terão encontrado diversas necessidades dos usuários e começarão a criar diversas hipóteses de como solucioná-las. O ideal é tentar identificar uma ou duas necessidades principais e encontrar uma solução geral de como atender a essas necessidades. Como tudo nesse processo, o seu ponto de vista pode e deve mudar ao decorrer do processo, então não precisa estar perfeito.

3. Gerar Ideias para Soluções: Nessa etapa o time se junta para criar ideias, geralmente através de um processo de brainstorm, ligadas ao ponto de vista que você desenvolveu. No final dessa etapa, tente escolher as soluções preferidas do grupo para começar a testá-las.

4. Testar Protótipos: Agora temos que criar as soluções – de um modo barato, rápido e imperfeito – e testá-las no mercado real. O objetivo é poder testar o maior número de protótipos no menor tempo possível, e catalogar o desempenho de cada um.

5. Iterar: Ao testar cada protótipo, é necessário avaliar o que funcionou e o que não funcionou. Assim, a próxima versão poderá ser um pouco melhor. Muitas vezes o resultado de um teste pode levar à decisão desistir de uma determinada solução, ou até de re-avaliar o ponto de vista e criar um novo se necessário.

Eu vi no: IFD Blog e copiei igualzinho.
autor: Julio Vasconcelos
fonte: Acelerando a Inovação – blog que vale a pena a visita, artigos interessantíssimos!

Julio Vasconcelos fez uma entrevisa com David Kelley, mas está em inglês, segue a transcrição da entrevista, clique aqui.

Posts da categoria: Marketing