O mundo hoje é colaborativo, as pessoas compartilham experiências pessoais, buscam informações sobre produtos, serviços e dividem suas idéias com sua rede de relacionamentos.
E através de uma nova ferramenta online, as empresas vão poder utilizar toda essa integração social em prol da criativade e do profissionalismo no ambiente corporativo.
O nome da ferramenta é Flowr, uma plataforma de microblogging para se trabalhar colaborativamente em rede, mas que incorpora características que visam especificamente as organizações. A tela inicial assemelha-se à do Twitter. Mas, além de atualizações de status, os usuários podem criar diversos outros tipos de mensagens, incluindo idéias, dúvidas, eventos, itens a fazer, listas, e as sondagens. Flowr também permite postagem de documentos maiores (completo com links e imagens) que podem ser editadas, estilo wiki, por quem for autorizado. Os usuários podem também criar e participar de grupos relacionados a temas específicos. Grupos de discussão podem ser públicos ou privados. Flowr tem várias ferramentas que permitem a integrarção com o trabalho, incluindo um aplicativo para iPhone, um bookmarklet para guardar e compartilhar conteúdo web, e um sistema de postagem via e-mail.
A Natura, desenvolveu um banner de internet que se transforma em um impresso.É isso mesmo.Para divulgação da nova fragrância masculina Kaiak, inseriu banners eletrônicos em home pages de grandes portais de notícias e ao clicar no banner, uma máquina escondida atrás do monitor, ejeta uma amostra do perfume exatamente no mesmo formato e na mesma direção em que o banner se encontra na tela.Como se tivesse se transformando automaticamente, de um banner virtual, para um impresso com a fragrância.
A ação foi segmentada em 15 Lanhouses, espalhadas pelo o Brasil, a onde foram instaladas estas máquinas.
Vivemos a web 2.0, discussões sobre terminologia a parte, esta é a era da internet baseada nos sites de busca, como o google, em sites de compartilhamento de informação, como o wikipedia e o youtube, e sites de relacionamento como o orkut e facebook.
A web 2.0 surgiu da necessidade humana de compartilhar e da tecnologia da web 1.0, que foi basicamente a implantação e popularização da rede. Hoje, discute-se a web 3.0, que segundos alguns, em cinco ou dez anos vai ser a terceira geração da internet.
Nunca foi tão fácil criar conteúdo para a web. Cada Tweet único é uma nova página que é criada para a internet. O resultado é que o Google e as atuais ferramentas que usamos para navegar e classificar informações na web em breve deixará de ser capaz de lidar. Um usuário por exemplo, é obrigado a dizer a mesma coisa várias vezes na internet: ele pode falar no twitter que não gosta de determinado assunto, classificar negativamente um video sobre este assunto no Youtube, entrar para a comunidade eu odeio o mesmo assunto no facebook, ou seja, ele repete várias vezes a mesma coisa, tantas quantas forem as redes sociais e sites que ele participa.
O que se propõe na web 3.0 é uma inovação focada mais nas estruturas dos sites e menos no usuário. Pesquisa-se a convergência de várias tecnologias que já existem e que serão usadas ao mesmo tempo, num grande salto de sinergia. Banda larga, acesso móvel à internet, e a tecnologia de rede semântica, todos utilizados juntos, de maneira inteligente e atingindo a maturidade ao mesmo tempo.
Assim, se passaria da World Wide Web (rede mundial) para World Wide Database (base de dados mundial), de um mar de documentos para um mar de dados. Quando isso começar a acontecer de forma mais intensa, o próximo passo, num prazo de cinco a dez anos, será o desenvolvimento de programas que entendam como fazer melhor uso desses dados.
Adicionada a capacidade da semântica a um site, ele será mais eficiente. Ao se pesquisar algo, se terá respostas mais precisas. O usuário poderá fazer perguntas ao seu programa e ele será capaz de ajudá-lo de forma mais eficente, entender mais sua necessidade.
Portanto, a web 3.0, ou a simples evolução da internet, surgirá novamente da necessidade humana, agora, de simplificar, mais os avanços tecnológicos conquistados na web 2.0. Surgirá uma internet capaz de respeitar padrões de comportamento de seu usuário como uma espécie de consciência. O documentário a seguir fala sobre o impacto da web 3.0 na sociedade e nas formas de comunicação, vale a pena assistir.
O AdWords é um serviço do Google que fornece anúncios em forma de links nos sites de busca relacionados às palavras-chave que o seu futuro cliente está procurando. É um modo de publicidade baseada no sistema de custo por clique (CPC). Os anúncios do AdWords são exibidos juntamente com os resultados de pesquisa no Google.
No AdWords você define o CPC Máximo que deseja pagar por uma visita gerada pela palavra-chave, porém o CPC Real é definido como R$ 0,01 acima do mínimo necessário para manter a posição do seu anúncio. Por exemplo: se você definiu o CPC máximo R$ 0,60 e o próximo anunciante definiu como R$ 0,40, então o Google irá cobrar R$ 0,41
Existe também a possibilidade de pagar por CPC Médio, ao invés do CPC Máximo padrão.
O Google prioriza os anúncios com conteúdo à busca realizada, o que evita que algumas empresas comprem links em áreas não relacionadas ao seu ramo de atividade.
O índice de qualidade é o que determina se aquela palavra-chave, se pesquisada, retornará o seu anúncio e em qual posição. Em uma loja virtual, isso pode significar mais clientes, como falei no artigo “Como aumentar o ticket médio de sua loja virtual”
Sua posição no anúncio é igual ao produto do CPC que você está disposto a gastar por aquela palavra, multiplicado pelo índice de qualidade da palavra:
CPC da palavra X Índice de Qualidade = AdRank
Esse índice não é fixo, pelo contrário: é dinâmico e calculado com a média de quatro fatores: CTR médio, histórico da sua conta, relevância da palavra-chave com o texto do anúncio e qualidade da página de destino.
Você percebeu que os anúncios não são distribuídos por um sistema de leilão direto, onde aquele que oferece mais aparece na frente. Esse sistema cria disparidades, pois sites sem relevância podem aparecer como anúncios relacionados ao assunto pesquisado, quando na verdade não o são. Hoje, quem está disposto a fazer um bom trabalho e não possui um orçamento tão grande para a campanha pode ainda figurar entre os cinco primeiros links patrocinados.
Existe uma diferença entre o índice de qualidade na rede de pesquisa e o índice na rede de conteúdo, observe abaixo:
Rede de pesquisa
Rede de conteúdo
CTR Médio
60%
0
Histórico da conta
10%
20%
Qualidade da página de destino
10%
20%
Relevância da palavra-chave em relação ao anuncio
10%
50%
Desempenho dos anúncios na região geográfica escolhida
5%
5%
Outros
5%
5%
Essas porcentagens são estimativas minhas e baseadas em estudos.
Agora vamos ver como melhorar o Índice de Qualidade na Rede de Pesquisa – IQRP
O valor que você está disposto a pagar influencia bastante na posição do seu anúncio. Então, antes de fazer a campanha, utilize a ferramenta “Google AdWords Keyword Tool”; ela te dará o valor do CPC médio das melhores palavras-chave relacionadas ao seu serviço ou produto. Com essa informação em mãos, faça um planejamento de acordo com o seu budget.
Outra ferramenta importante disponível são as “palavras-chave negativas”. Elas são uma maneira eficiente de filtrar o tráfego para garantir que seus anúncios sejam exibidos somente para pesquisas relevantes. Filtrando as impressões indesejadas, as palavras-chave negativas podem ajudar a alcançar os clientes certos para o seu negócio, reduzir os custos e aumentar o retorno do investimento. Algumas palavras-chave negativas podem ser adicionadas na campanha e evitar que o anúncio seja exibido. Aqui vai uma pequena lista com termos negativos: grátis, gratis, gratuita, gratuito, apostila, pdf, e outros mais que não trazem um retorno favorável.
E a última dica vai para a página de destino, que tem que prender a atenção do visitante o maior tempo possível, coletar dados e fazê-lo querer navegar mais profundamente no site até comprar o seu produto/serviço. No início de cada campanha, o Google analisa a fundo essas visitas e vai te dando notas, se os primeiros visitantes entram na página e logo saem, se seu site é considerado de baixa relevância e qualidade e sua posição vai caindo até sumir, aí não adianta subir o CPC porque você vai gastar tudo e não ter retorno nenhum.
Conclusão
O cálculo exato do índice de qualidade ainda é um segredo muito bem guardado, assim como é o algoritmo de busca orgânica do Google. Embora não seja possível descobrir todos os fatores relevantes para otimizar uma campanha, é possível extrair o suficiente para compreender e fazer o sistema trabalhar para você. Quem entender melhor o índice de qualidade estará em uma posição muito melhor para obter mais de sua publicidade no AdWords e gastar muito menos do que os aventureiros de primeira viagem. O mercado brasileiro conta com muitos consultores especializados e vale a pena procurá-los, ao invés de querer fazer “com qualquer um”. No final, sai mais barato e os resultados acontecem, e você demonstra cuidado com sua marca digital.
Fonte: Jornal do E-commerce – por (Roberto de Jesus Oliveira).
A Anistia internacional,aproveitando a sucesso do FaceBook simulou a rede social para expor as ações de alguns lideres mundiais que não andam na linha.Criou o Tyranybook, uma rede social dedicada a vigilância dos líderes mundiais que mais atentam contra os Direitos Humanos na atualidade.
Quem seguir o perfil de algum desses tiranos, poderá acompanhar as atualizações de suas ações, que serão fornecidas pela própria Anistia ou através da colaboração dos usuários.
Um meme, termo criado em 1976 por Richard Dawkins no seu bestseller O Gene Egoísta, é considerado como uma unidade de informação que se multiplica de cérebro em cérebro, ou entre locais onde a informação é armazenada (como livros) e outros locais de armazenamento ou cérebros. Os memes podem ser idéias ou partes de idéias, línguas, sons, desenhos, capacidades, valores estéticos e morais, ou qualquer outra coisa que possa ser aprendida facilmente e transmitida enquanto unidade autônoma.
Na internet, temos diversos memes, e um amplamente utilizado é o #Fail. Para quem ainda não sabe, este meme de internet encontrado no Twitter, refere-se ao estado ou condição de não cumprir um objetivo desejado. Para um produto, ou serviço, por exemplo, refere-se aqueles que não atingem as expectativas do consumidor.
A e.life, empresa de monitoramento de mídias sociais, divulgou em Março uma pesquisa sobre o #Fail. Os resultados podem ajudar empresas e profissionais de mercado a tomarem algumas decisões quando o assunto é a sua marca. Estudar as causas e os motivadores, ou bloqueios que causam a decepção manifestada no twitter, pode trazer diferenciais as marcas, produtos e serviços, além de permitir que os pontos negativos e relevantes sejam trabalhados.
Para a pesquisa, a empresa utilizou um software que varreu a twitosfera de 01 de Janeiro a 10 de Março de 2010, e coletou todos os depoimentos que traziam no conteúdo o termo #Fail. As 10 categorias mais citadas foram, por ordem: operadoras de telefonia, informática, aparelhos celulares, supermercados, alimentos, eletro-eletrônicos, provedores de internet, bancos, seguradoras e cartões, TV a cabo e companhias aéreas. Todas estas, juntas somaram cerca de 9.500 ocorrências.
Os motivadores da insatisfação foram diversos: falta de atendimento ou qualidade do pós-venda, qualidade dos produtos, comunicação ruim, experiências desagradáveis, entre outros.
Entender e monitorar as mídias sociais é fundamental, se existe alguma dúvida da importância, este é um exemplo claro. Isto ainda não substitui as pesquisas de mercado tradicionais, mas para um profissional de marketing basta fazer uma busca no twitter para se ter uma idéia bem consistente sobre como anda sua marca, seus produtos e serviços.
Unique types é um projeto social muito criativo. Um movimento contra o preconceito. Foi idealizado pela a agência Click no Brasil, que reuniu uma gama de grandes designers reponsáveis em criar diferentes tipos de tipologias.Estas tipologias, são divulgadas para as agências de publicidade, na intenção de que se utilize gratuitamente em campanhas de seus clientes.A contra partida pela a utilização é inserir o selo de apoio a instituição AACD ( Associação de Assistência à Criança Deficiente), ou seja, através da disseminação das campanhas das agências a entidade ganha uma “carona “ para se colocar na mídia e desta forma quanto maior sua visibilidade, maior a probabilidade de ajudar através de uma doação,voluntariado ou sendo uma empresa parceira.
Assista ao video das crianças da AACD.A cada dia, o video é direcionado a um grande publicitário do mercado, fazendo referência inclusive ao seu nome, com a intenção personalizada de convida-lo e motiva-lo a utilizar as tipologias nas campanhas de seus clientes.Muito bom!