Depois de todo barulho em torno da “chuva de Twix” alguma coisa, aparentemente, deu errado. E o que era para ser o clímax de uma ótima campanha, acabou virando motivo de chacota internet a fora.
É importante jamais substimar o poder de uma marca e da criatividade de sua agência, por isso continuamos aguardando um desfecho melhor para tudo isso.
Mas nem todos são pacientes e muito menos ponderados; se a chuva de Twix foi só uma garoa (nada mais pertinente para São Paulo), há uma tempestade de críticas e piadas sobre o ocorrido na internet.
Não, você não leu errado e não se trata de força de expressão, nesse dia 30 de Maio a Paulista vai presenciar uma chuva de chocolate.
Aquilo que está se espalhando pela internet agora vai culminar no evento real. Se você é fã de TWIX, esteja na Paulista neste domingo e pontualmente as 14h00 pode abrir o guarda chuva – ou seria melhor um saco bem grande? – que a chuva de Twix vai começar.
Uma das maiores ações de guerrilha do ano promete parar a Paulista e é o desfecho de uma criativa campanha que envolveu as mais diferentes ferramentas de comunicação.
O AdWords é um serviço do Google que fornece anúncios em forma de links nos sites de busca relacionados às palavras-chave que o seu futuro cliente está procurando. É um modo de publicidade baseada no sistema de custo por clique (CPC). Os anúncios do AdWords são exibidos juntamente com os resultados de pesquisa no Google.
No AdWords você define o CPC Máximo que deseja pagar por uma visita gerada pela palavra-chave, porém o CPC Real é definido como R$ 0,01 acima do mínimo necessário para manter a posição do seu anúncio. Por exemplo: se você definiu o CPC máximo R$ 0,60 e o próximo anunciante definiu como R$ 0,40, então o Google irá cobrar R$ 0,41
Existe também a possibilidade de pagar por CPC Médio, ao invés do CPC Máximo padrão.
O Google prioriza os anúncios com conteúdo à busca realizada, o que evita que algumas empresas comprem links em áreas não relacionadas ao seu ramo de atividade.
O índice de qualidade é o que determina se aquela palavra-chave, se pesquisada, retornará o seu anúncio e em qual posição. Em uma loja virtual, isso pode significar mais clientes, como falei no artigo “Como aumentar o ticket médio de sua loja virtual”
Sua posição no anúncio é igual ao produto do CPC que você está disposto a gastar por aquela palavra, multiplicado pelo índice de qualidade da palavra:
CPC da palavra X Índice de Qualidade = AdRank
Esse índice não é fixo, pelo contrário: é dinâmico e calculado com a média de quatro fatores: CTR médio, histórico da sua conta, relevância da palavra-chave com o texto do anúncio e qualidade da página de destino.
Você percebeu que os anúncios não são distribuídos por um sistema de leilão direto, onde aquele que oferece mais aparece na frente. Esse sistema cria disparidades, pois sites sem relevância podem aparecer como anúncios relacionados ao assunto pesquisado, quando na verdade não o são. Hoje, quem está disposto a fazer um bom trabalho e não possui um orçamento tão grande para a campanha pode ainda figurar entre os cinco primeiros links patrocinados.
Existe uma diferença entre o índice de qualidade na rede de pesquisa e o índice na rede de conteúdo, observe abaixo:
Rede de pesquisa
Rede de conteúdo
CTR Médio
60%
0
Histórico da conta
10%
20%
Qualidade da página de destino
10%
20%
Relevância da palavra-chave em relação ao anuncio
10%
50%
Desempenho dos anúncios na região geográfica escolhida
5%
5%
Outros
5%
5%
Essas porcentagens são estimativas minhas e baseadas em estudos.
Agora vamos ver como melhorar o Índice de Qualidade na Rede de Pesquisa – IQRP
O valor que você está disposto a pagar influencia bastante na posição do seu anúncio. Então, antes de fazer a campanha, utilize a ferramenta “Google AdWords Keyword Tool”; ela te dará o valor do CPC médio das melhores palavras-chave relacionadas ao seu serviço ou produto. Com essa informação em mãos, faça um planejamento de acordo com o seu budget.
Outra ferramenta importante disponível são as “palavras-chave negativas”. Elas são uma maneira eficiente de filtrar o tráfego para garantir que seus anúncios sejam exibidos somente para pesquisas relevantes. Filtrando as impressões indesejadas, as palavras-chave negativas podem ajudar a alcançar os clientes certos para o seu negócio, reduzir os custos e aumentar o retorno do investimento. Algumas palavras-chave negativas podem ser adicionadas na campanha e evitar que o anúncio seja exibido. Aqui vai uma pequena lista com termos negativos: grátis, gratis, gratuita, gratuito, apostila, pdf, e outros mais que não trazem um retorno favorável.
E a última dica vai para a página de destino, que tem que prender a atenção do visitante o maior tempo possível, coletar dados e fazê-lo querer navegar mais profundamente no site até comprar o seu produto/serviço. No início de cada campanha, o Google analisa a fundo essas visitas e vai te dando notas, se os primeiros visitantes entram na página e logo saem, se seu site é considerado de baixa relevância e qualidade e sua posição vai caindo até sumir, aí não adianta subir o CPC porque você vai gastar tudo e não ter retorno nenhum.
Conclusão
O cálculo exato do índice de qualidade ainda é um segredo muito bem guardado, assim como é o algoritmo de busca orgânica do Google. Embora não seja possível descobrir todos os fatores relevantes para otimizar uma campanha, é possível extrair o suficiente para compreender e fazer o sistema trabalhar para você. Quem entender melhor o índice de qualidade estará em uma posição muito melhor para obter mais de sua publicidade no AdWords e gastar muito menos do que os aventureiros de primeira viagem. O mercado brasileiro conta com muitos consultores especializados e vale a pena procurá-los, ao invés de querer fazer “com qualquer um”. No final, sai mais barato e os resultados acontecem, e você demonstra cuidado com sua marca digital.
Fonte: Jornal do E-commerce – por (Roberto de Jesus Oliveira).
Os termos “eco” e ”verde” cairam no gosto dos marketeiros e acabaram banalizados. O mesmo aconteceu no turismo: qualquer cisterna para captar água das chuvas já era motivo para hotéis saírem alardeando que são “eco resorts”.
Mas a verdade está longe disso e o fato é que, são raros os reais exemplos de hotéis e resorts ecológicos de fato.
Para começar uma grande mudança no cenário mundial o Resorts World Sentosa em Singapura, será um dos maiores complexos de lazer do mundo, com direito a um parque temático da Universal Studios, Hard Rock Cafe, Cassino, e por aí vai.
O custo estimado do projeto é de 4 bilhões de dólares, um dos mais caros já construídos. E o grande diferencial que o torna um “Eco Resort” é o uso de energia limpa. O Resort terá uma usina de energia solar que gerará 500 mil kWh por ano e toda água para irrigação, sanitários, fontes e limpeza será proveniente de reuso.
São os ventos da mudança, um pouco tardios é verdade, na indústria do lazer mundial.
As informações são da World Architecture News. www.worldarchitecturenews.com/
Todas as pessoas estão familiarizadas com o termo “custo Brasil” de alguma maneira, mas poucas tem a dimensão correta de quanto custa a tão falada “máquina do governo” dentro desse universo.
Você sabia que cada parlamentar em Brasília custa aos nossos bolsos mais de R$ 10 mi por ano? E o que eles produzem para justificar tamanho custo?
Para os empresários esse tipo de notícia é mais dolorida, pois geramos empregos, participamos ativamente do enriquecimento do país, mas o tal “custo Brasil” – porque não dizer “custo Governo” – segue aleijando as empresas e dificultando a geração de riquezas para as pessoas e para a nação.
O matéria a seguir foi ao ar em 2007 (sim, o assunto não é novidade), mas como o tema é sempre atual, vale a pena relembrar quanto custam aqueles caras nos quais votamos. É preciso ter em mente que os valores em 2010, pela natureza da economia, já são maiores.
O consumidor entra na loja, analisa, pega o que tem vontade e sai sem pagar pelo produto.
Esse novo conceito varejista, que tem como moeda a opinião do consumidor, finalmente chega ao Brasil depois de ser sucesso em países como Japão , Espanha e Estados Unidos.
A primeira loja brasileira desse segmento, a Clube Amostra Grátis, será aberta no próximo dia 11, na Vila Madalena, em São Paulo. No mês seguinte, no dia 29, começa a funcionar, também na capital paulista, nos Jardins, a Sample Central.
A estratégia é a seguinte: indústrias da área de alimentos, bebidas, cosméticos, higiene, vestuário e até de eletroeletrônicos expõem seus produtos que, na maioria, ainda não chegaram às prateleiras do grande varejo. O consumidor leva para casa, experimenta e dá sua opinião. As novidades de eletroeletrônicos, porém, terão de ser “provadas” na loja.
Nas duas lojas, o interessado deverá fazer o cadastro on-line e pagar uma taxa, que será única, de R$ 50, na Clube Amostra Grátis e anual, de R$ 15, na Sample Center.
Depois o associado recebe uma carteirinha que dá acesso livre às próximas visitas e já pode consumir os produtos. Na Sample Central, o cliente terá direito a levar até cinco produtos por visita, que devem ser previamente agendadas. Já na Clube Amostra Grátis, são cinco itens por mês.
Em contrapartida, responderá a um questionário sobre cada produto utilizado, apontando defeitos, qualidades, pontos positivos, prós e contras. Na verdade, é uma pesquisa de mercado para as empresas participantes, e elas pagarão às lojas por essas informações.
“Em vez de investir R$ 60 mil em uma pesquisa de mercado tradicional, o empresário tem um “feedback” dos produtos de uma forma mais barata”, diz Luiz Gaeta, sócio da Clube Amostra Grátis.
Num primeiro momento serão expostos cerca de 80 produtos, mas o objetivo é ter nas prateleiras algo entre 160 e 200 itens para a escolha do cliente nos próximos meses, diz ele.
O investimento na loja, na Vila Madalena, será de R$ 2 milhões. A expectativa de faturamento anual é de R$ 3 milhões. Algumas marcas, como Nestlé, Telefônica, Locaweb, Plantronics, Góoc e Grupo Berton (área de cosméticos), aderiram ao Clube Amostra Grátis.
A Sample Central, que investiu R$ 4 milhões no negócio, não revela as marcas que estarão disponíveis. Mas o gerente geral da empresa, o publicitário João Pedro Borges, adianta que haverá 150 produtos diferentes na loja a cada visita do associado, que já são 4.000.
Dentre as opções de maior valor agregado para levar para casa estão calçados, bolsas de praia e adesivos decorativos de parede. Produtos de menor preço, como cremes hidratantes e xampus, além de refrigerantes, massas e sucos, também estão entre as opções.
Mesmo estreando um mês e meio depois no mercado, o gerente da Sample Central diz não temer a concorrência. O estabelecimento será uma franquia da rede internacional que leva o mesmo nome e nasceu em julho de 2007, em Tóquio.
“Optamos por abrir uma franquia para nos beneficiar do know-how de um sistema que já tem aprendizado de três anos. As visitas à nossa loja são agendadas para garantir que os produtos não acabarão, que as pessoas serão bem atendidas e para evitar filas”, explicou.
O publicitário explica que o modelo de negócios da loja grátis está associado a uma nova estratégia de marketing: o “tryvertising”, expressão resultante da junção das palavras inglesas “try” (experimentar) e “advertising” (propaganda).
Segundo ele, no “tryvertising” a pessoa escolhe o que deseja testar e, exatamente por ter escolhido previamente, a divulgação boca a boca ou nas redes sociais tende a ser muito mais eficiente e positiva. No caso da loja em Tóquio, 76% das pessoas que experimentam o produto se tornam consumidoras efetivas quando esse item chega ao mercado, afirma.
“Somos uma ferramenta de marketing que alavanca as vendas nas redes varejistas. Nós não vendemos nada”, define.
Clube Amostra Grátis:Rua Harmonia, 213, Vila Madalena;
Fonte: Jornal Folha de S. Paulo – Leila Coimbra/Mariana Schreiber – 06/05/2010.
Já divulgamos aqui um post sobre a fusão da British Airways e a Ibéria, cujas aspirações é se tornarem a maior empresa de aviação do mundo no futuro ao se unirem a American Airlines - a maior do mundo até ontem.
Segundo analistas do setor, ser maior é ser melhor, e de olho nisso a United Airlines anunciou a compra da Continental Airlines pela quantia de aproximadamente 3 bilhões de dólares em ações.
O resultado é a maior empresa aérea do mundo, tanto em número de passageiros transportados como em receita. Dentre as 5 maiores empresas aéreas do mundo, 4 são americanas, somente a Air France figura nesse meio em quarto lugar, a frente justamente da Continental.
A nova empresa transportará mais de 305 milhões de passageiros por ano – 100 milhões a mais que a American Airlines – e sua receita atingirá 30 bilhões de dólares anuais.
É a primeira grande fusão desde a compra da Northwest pela Delta em 2008.
Que esses bons ventos ajudem a recuperar o combalido mercado aéreo internacional, e que a “United pare de quebrar violões” e pague por aqueles que já quebrou.
Você já ouviu falar de “neuromarketing”? Pois é, a ciência e a publicidade se uniram com o propósito único de tornar a propaganda ainda mais eficaz.
Nascido nos EUA, o “neuromarketing” é uma das variações da “neurociência” e promete mudar para sempre o mundo da propaganda e a maneira como as campanhas são concebidas.
Esse tipo de pesquisa foi usado na final do Superblowl 2009, cujo o break comercial é considerado o mais caro do mundo – cerca 3 milhões de dólares por 30 segundos. Foi medido nos telespectadores o nível de atividade cerebral relacionado ao grau de atenção ao que se passava na tela. O comercial da Coca-cola com os insetos roubando o refrigerante foi um dos que causou maior atividade cerebral e, coincidência ou não, meses depois ganhou o Emmy Awards.
Porque o “neuromarketing” é o futuro das pesquisas? Simples, ele elimina o fator mentira das pesquisas tradicionais que contaminam todo o trabalho. No Brasil, as primeiras empresas desse tipo de pesquisa estão nascendo, portanto, já é possível contar com o recurso por aqui.
Com tudo isso é possível – torçamos para isso – que a experiência que temos com a publicidade se torne muito melhor e que o dinheiro das empresas seja muito melhor empregado.
Leia mais na edição de maio da Revista Galileu, página 95.
A Google divulgou nesta terça-feira, dia 20, um relatório que aponta o Brasil como o país onde a empresa sofre maior censura em todo mundo. A China não é relacionada por falta de informações.
Apenas no segundo semestre de 2009 a empresa teve 291 pedidos por parte do governo para retirada de conteúdo de seus sites: o Orkut é o maior alvo seguido do YouTube.
A gigante americana diz que “alguns pedidos são legítimos”, o que nos deixa perplexos perante a hipótese da censura – a qual foi tão combatida – já estar agindo fortemente nos bastidores.
Mesmo na adversidade, a Google mostra que está sempre a frente e lançou a ferramenta “Google Government Requests” justamente para mapear informações sobre sensura de governos em todo o mundo.
No blog da empresa, entre outras coisas sobre o assunto, o que mais chamou a atenção foi a citação do artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que diz: “todos tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de ter opiniões sem interferência e de procurar, receber e transmitir informações e ideias por qualquer meio, independentemente de fronteiras”.
Leia mais em: http://portalexame.abril.com.br/tecnologia/noticias/brasil-pais-google-mais-sofre-censura-551394.html
Parece que a maré negra para a Toyota ainda não acabou e pior, alcançou lugares onde ainda não havia chegado. O Ministério Público proibiu a venda do modelo Corolla em Minas Gerais em função de problema semelhante ao que provocou o mega recall global da marca.
A sensação entre os executivos do mundo, a Toyota causou mudanças tão profundas no mercado que dezenas de livros foram publicados acerca dos “segredos do sucesso” da marca o que fez com que toda teoria sobre gestão e produção que o mundo conhecia virasse de ponta cabeça.
Mas os acontecimentos provam mais uma vez que não há fórmula infalível, que quanto maior o tamanho maior a queda e ainda, que quando se alcança o topo o único destino possível é o chão.
Claro, a Toyota não vai para o “chão” tão facilmente, mas o grande problema é que seu ativo mais precioso está seriamente avariado: sua marca. E isso é algo que não se recupera com uma passagem na oficina da autorizada mais próxima. Demora-se décadas para chegar onde chegou a Toyota, porém segundos para se perder tudo.
E onde se concentra seu maior descrédito é justamente no mercado que alavancou a Toyota para o topo: os Estados Unidos. Hoje, Toyota virou sinônimo de chacota e boa parte das piadas no país desde o mega recall tem a Toyota como tema central.
Por mais engraçado que pareça, os japoneses não têm qualquer motivo para rir; cada americano que considerava adquirir um Toyota vai, com toda certeza, ao menos pensar mais uma vez antes de concretizar o negócio, e toda empresa sabe que consumidores pensando muito antes de comprar… não é a uma coisa boa.
Leia mais em: http://noticias.br.msn.com/artigo.aspx?cp-documentid=23978585