Criatividade faz chover chocolate!

por Renato De Vuono - 28 de maio de 2010, 12:32 - Categoria: Ação Promocional, ativação, Brand Experience, Consumidor, Economia, Estratégia, Ferramenta on-line, Guerrilha, Inovação, marketing de experiência, Marketing Viral, Mentes Criativas, Online

Vai chover chocolate na Paulista!

Não, você não leu errado e não se trata de força de expressão, nesse dia 30 de Maio a Paulista vai presenciar uma chuva de chocolate.

Aquilo que está se espalhando pela internet agora vai culminar no evento real. Se você é fã de TWIX, esteja na Paulista neste domingo e pontualmente as 14h00 pode abrir o guarda chuva – ou seria melhor um saco bem grande? – que a chuva de Twix vai começar.

Uma das maiores ações de guerrilha do ano promete parar a Paulista e é o desfecho de uma criativa campanha que envolveu as mais diferentes ferramentas de comunicação.

Veja os vídeos

Começa o mistério:

O mistério é desvendado.

Leia mais em:

http://portalexame.abril.com.br/marketing/noticias/avenida-paulista-tera-chuva-twix-563119.html

http://.www.chuvadetwix.com.br

Loucos para consumir

por mauricio bueno - 27 de maio de 2010, 15:07 - Categoria: Consumidor

Aqui cliente não paga, mas leva o produto para casa.

por Renato De Vuono - 13 de maio de 2010, 12:18 - Categoria: Ação Promocional, ativação, Brasil, Comercial, Compras, Consumidor, Economia, Estratégia, Inovação, Pesquisa, Planejamento, Ponto de venda

O consumidor entra na loja, analisa, pega o que tem vontade e sai sem pagar pelo produto.

Esse novo conceito varejista, que tem como moeda a opinião do consumidor, finalmente chega ao Brasil depois de ser sucesso em países como Japão , Espanha e Estados Unidos.

A primeira loja brasileira desse segmento, a Clube Amostra Grátis, será aberta no próximo dia 11, na Vila Madalena, em São Paulo. No mês seguinte, no dia 29, começa a funcionar, também na capital paulista, nos Jardins, a Sample Central.

A estratégia é a seguinte: indústrias da área de alimentos, bebidas, cosméticos, higiene, vestuário e até de eletroeletrônicos expõem seus produtos que, na maioria, ainda não chegaram às prateleiras do grande varejo. O consumidor leva para casa, experimenta e dá sua opinião. As novidades de eletroeletrônicos, porém, terão de ser “provadas” na loja.

Nas duas lojas, o interessado deverá fazer o cadastro on-line e pagar uma taxa, que será única, de R$ 50, na Clube Amostra Grátis e anual, de R$ 15, na Sample Center.

Depois o associado recebe uma carteirinha que dá acesso livre às próximas visitas e já pode consumir os produtos. Na Sample Central, o cliente terá direito a levar até cinco produtos por visita, que devem ser previamente agendadas. Já na Clube Amostra Grátis, são cinco itens por mês.

Em contrapartida, responderá a um questionário sobre cada produto utilizado, apontando defeitos, qualidades, pontos positivos, prós e contras. Na verdade, é uma pesquisa de mercado para as empresas participantes, e elas pagarão às lojas por essas informações.

“Em vez de investir R$ 60 mil em uma pesquisa de mercado tradicional, o empresário tem um “feedback” dos produtos de uma forma mais barata”, diz Luiz Gaeta, sócio da Clube Amostra Grátis.

Num primeiro momento serão expostos cerca de 80 produtos, mas o objetivo é ter nas prateleiras algo entre 160 e 200 itens para a escolha do cliente nos próximos meses, diz ele.

O investimento na loja, na Vila Madalena, será de R$ 2 milhões. A expectativa de faturamento anual é de R$ 3 milhões. Algumas marcas, como Nestlé, Telefônica, Locaweb, Plantronics, Góoc e Grupo Berton (área de cosméticos), aderiram ao Clube Amostra Grátis.

A Sample Central, que investiu R$ 4 milhões no negócio, não revela as marcas que estarão disponíveis. Mas o gerente geral da empresa, o publicitário João Pedro Borges, adianta que haverá 150 produtos diferentes na loja a cada visita do associado, que já são 4.000.

Dentre as opções de maior valor agregado para levar para casa estão calçados, bolsas de praia e adesivos decorativos de parede. Produtos de menor preço, como cremes hidratantes e xampus, além de refrigerantes, massas e sucos, também estão entre as opções.

Mesmo estreando um mês e meio depois no mercado, o gerente da Sample Central diz não temer a concorrência. O estabelecimento será uma franquia da rede internacional que leva o mesmo nome e nasceu em julho de 2007, em Tóquio.

“Optamos por abrir uma franquia para nos beneficiar do know-how de um sistema que já tem aprendizado de três anos. As visitas à nossa loja são agendadas para garantir que os produtos não acabarão, que as pessoas serão bem atendidas e para evitar filas”, explicou.

O publicitário explica que o modelo de negócios da loja grátis está associado a uma nova estratégia de marketing: o “tryvertising”, expressão resultante da junção das palavras inglesas “try” (experimentar) e “advertising” (propaganda).

Segundo ele, no “tryvertising” a pessoa escolhe o que deseja testar e, exatamente por ter escolhido previamente, a divulgação boca a boca ou nas redes sociais tende a ser muito mais eficiente e positiva. No caso da loja em Tóquio, 76% das pessoas que experimentam o produto se tornam consumidoras efetivas quando esse item chega ao mercado, afirma.

“Somos uma ferramenta de marketing que alavanca as vendas nas redes varejistas. Nós não vendemos nada”, define.

Clube Amostra Grátis: Rua Harmonia, 213, Vila Madalena; 

Fonte: Jornal Folha de S. Paulo – Leila Coimbra/Mariana Schreiber – 06/05/2010.

Neuromarketing: a última fronteira da propaganda.

por Renato De Vuono - 26 de abril de 2010, 10:33 - Categoria: Consumidor, Economia, Estratégia, Inovação, internacional, Marketing, Pesquisa, Tecnologia

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Você já ouviu falar de “neuromarketing”? Pois é, a ciência e a publicidade se uniram com o propósito único de tornar a propaganda ainda mais eficaz.

Nascido nos EUA, o “neuromarketing” é uma das variações da “neurociência” e promete mudar para sempre o mundo da propaganda e a maneira como as campanhas são concebidas.

Esse tipo de pesquisa foi usado na final do Superblowl 2009, cujo o break comercial é considerado o mais caro do mundo – cerca 3 milhões de dólares por 30 segundos. Foi medido nos telespectadores o nível de atividade cerebral relacionado ao grau de atenção ao que se passava na tela. O comercial da Coca-cola com os insetos roubando o refrigerante  foi um dos que causou maior atividade cerebral e, coincidência ou não, meses depois ganhou o Emmy Awards.

Porque o “neuromarketing” é o futuro das pesquisas? Simples, ele elimina o fator mentira das pesquisas tradicionais que contaminam todo o trabalho. No Brasil, as primeiras empresas desse tipo de pesquisa estão nascendo, portanto, já é possível contar com o recurso por aqui.

Com tudo isso é possível – torçamos para isso – que a experiência que temos com a publicidade se torne muito melhor e que o dinheiro das empresas seja muito melhor empregado.

Leia mais na edição de maio da Revista Galileu, página 95.

Brasil da “Cybercensura”: Sério ou autoritário?

por Renato De Vuono - 23 de abril de 2010, 10:40 - Categoria: Brasil, Consumidor, Economia, Governo

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A Google divulgou nesta terça-feira, dia 20, um relatório que aponta o Brasil como o país onde a empresa sofre maior censura em todo mundo. A China não é relacionada por falta de informações.

Apenas no segundo semestre de 2009 a empresa teve 291 pedidos por parte do governo para retirada de conteúdo de seus sites: o Orkut é o maior alvo seguido do YouTube.

A gigante americana diz que “alguns pedidos são legítimos”, o que nos deixa perplexos perante a hipótese da censura – a qual foi tão combatida – já estar agindo fortemente nos bastidores.

Mesmo na adversidade, a Google mostra que está sempre a frente e lançou a ferramenta “Google Government Requests” justamente para mapear informações sobre sensura de governos em todo o mundo.

No blog da empresa, entre outras coisas sobre o assunto, o que mais chamou a atenção foi a citação do artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que diz: “todos tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de ter opiniões sem interferência e de procurar, receber e transmitir informações e ideias por qualquer meio, independentemente de fronteiras”.

Leia mais em: http://portalexame.abril.com.br/tecnologia/noticias/brasil-pais-google-mais-sofre-censura-551394.html

“Toyotismo” – era só ilusão?

por Renato De Vuono - 22 de abril de 2010, 10:31 - Categoria: Consumidor, Economia, internacional, Planejamento

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Parece que a maré negra para a Toyota ainda não acabou e pior, alcançou lugares onde ainda não havia chegado.  O Ministério Público proibiu a venda do modelo Corolla em Minas Gerais em função de problema semelhante ao que provocou o mega recall global da marca.

A sensação entre os executivos do mundo, a Toyota causou mudanças tão profundas no mercado que dezenas de livros foram publicados acerca dos “segredos do sucesso” da marca o que fez com que toda teoria sobre gestão e produção que o mundo conhecia virasse de ponta cabeça.

Mas os acontecimentos provam mais uma vez que não há fórmula infalível, que quanto maior o tamanho maior a queda e ainda, que quando se alcança o topo o único destino possível é o chão.

Claro, a Toyota não vai para o “chão” tão facilmente, mas o grande problema é que seu ativo mais precioso está seriamente avariado: sua marca. E isso é algo que não se recupera com uma passagem na oficina da autorizada mais próxima. Demora-se décadas para chegar onde chegou a Toyota, porém segundos para se perder tudo.

E onde se concentra seu maior descrédito é justamente no mercado que alavancou a Toyota para o topo: os Estados Unidos. Hoje, Toyota virou sinônimo de chacota e boa parte das piadas no país desde o mega recall tem a Toyota como tema central.

Por mais engraçado que pareça, os japoneses não têm qualquer motivo para rir; cada americano que considerava adquirir um Toyota vai, com toda certeza, ao menos pensar mais uma vez antes de concretizar o negócio, e toda empresa sabe que consumidores pensando muito antes de comprar…  não é a uma coisa boa.

Leia mais em: http://noticias.br.msn.com/artigo.aspx?cp-documentid=23978585

Aviação civil mundial: decolagem com peso extra.

por Renato De Vuono - 9 de abril de 2010, 13:08 - Categoria: Comercial, Consumidor, Economia, internacional

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Desde o atentado no WTC em Nova Iorque a aviação civil nunca mais foi a mesma. As empresas do setor, com algumas exceções, estão capengando entre custos astronômicos e receitas cada vez mais apertadas. Se falarmos de lucro então, a situação fica ainda mais delicada.

Frente a nova realidade, as antigas gigantes do setor estão “se virando” para se adaptar a nova realidade e diminuir o longo e pesado passivo dos prejuízos frequentes.

E nessa semana foi anunciada a fusão entre a British (inglesa) e a Ibéria (espanhola) que criará a terceira maior companhia aérea do mundo em receita e juntas pretendem eliminar 1 bilhão de dólares anuais em perdas. A administração ficará por conta dos executivos da empresa inglesa – já que a cupula da Ibéria é notóriamente incompetente. O grupo passará a ser chamado de International Airline Group, o que mostra a intenção de longo prazo da empresa que pretende em seguida firmar uma aliança (ou quem sabe nova fusão) com a American Airlines. Se isso acontecer, o grupo passaria a ser o maior do mundo.

Segundo analistas do setor, “no futuro a maior será a melhor” e isso fica muito claro na postura adotada pela nova empresa.

Mais em: http://portalexame.abril.com.br/negocios/noticias/british-airways-iberia-assinam-acordo-fusao-us-8-bi-547308.html

Trem bala?

por Renato De Vuono - 7 de abril de 2010, 12:01 - Categoria: Brasil, Consumidor, Economia

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A maior obra do PAC (Programa de Aceleração Econômica) é o tão alardeado “Trem Bala” que ligará Rio e São Paulo e que segundo o governo, deverá estar pronto até a Copa do Mundo de 2014. Mas a verdade está longe de correr macia nos trilhos que levam ao desenvolvimento.

Os entraves são tantos que há quem questione se o projeto sairá do papel: falta de investidores, orçamento inicial estimado e falta de integração da malha de transportes brasileira, são alguns entre os muitos problemas levantados para o trem de alta velocidade.

Um projeto dessa grandeza, já deveria estar em construção ou perto disso. Mas não é o que acontece.

Para saber mais leia: http://portalexame.abril.com.br/economia/noticias/preciso-trem-bala-brasileiro-entrar-trilhos-546291.html

Aquecimento Copa do Mundo

por Peagá - 5 de abril de 2010, 11:11 - Categoria: Comercial, Consumidor, Curiosidades

Tem coisas que por mais que o tempo passe nós não nos esquecemos, como ações promocionais, jingles e brindes. Pensando nisso eu lanço aqui um post cooperado, mas como assim cooperado? – Simples vou postar alguns vídeos de Copa do mundo e quem for lembrando de mais vídeos post nos comentário com o link para que eu possa fazer o update.

HD-3D! A tecnologia chegou em sua casa.

por Renato De Vuono - 29 de março de 2010, 15:45 - Categoria: Comercial, Consumidor, Economia, Inovação, internacional, Tecnologia

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Até hoje filmes em 3D eram parte da realidade de parques temáticos e alguns poucos cinemas no Brasil? O mais perto que o 3D chegou de sua casa foram nos óculos do “Master System”?

Isso está para mudar. Com o aumento da produção de conteúdo em 3D, os fabricantes de TVs se mobilizaram e chegou ao mercado (externo) o primeiro display de LCD com tecnolgia 3D desenvolvido pela Coreana Samsung.

Segundo os fabricantes, muito em breve até o conteúdo da TV será produzido em 3D e toda a experiência em torno do objeto mais adorado pela humanidade desde o rádio vai mudar drasticamente.

Há barreiras significativas e há quem diga que a tecnologia ficará restritas a poucos entusiastas. A primeira e mais óbvia é o preço, ainda é caro. A segunda é a falta de conteúdo, pois são poucos os títulos em 3D e a transição dos canais de TV para essa tecnologia deve demorar – esse ainda é o menor dos problemas pois a tecnologia da Samsung se propõe a converter os materiais em 2D para 3D, o que é muito interessante. E a terceira é o tal dos “óculos”; afinal, será que as pessoas vão se propor a usar aqueles óculos desconfortáveis toda vez que forem assister TV? Ou mesmo a toda vez que forem assistir um filme? É uma grande barreira.

Mas há pontos positivos, um eu já citei que é a questão do aparelho “converter” conteúdo 2D em 3D e o outro é o fato da Samsung ter lançado a tecnologia que pode ser aplicada em aparelhos existentes, sem a necessidade de comprar um novo TV.

A nós só resta esperar.

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