A AT&T é uma das operadoras de telefonia mais globalizadas e inovadoras do mundo. É uma das poucas presentes em quase todos os continentes, o que significa grande alcance de cobertura e mobilidade para seus clientes.
E recentemente lançou uma campanha cuja direção criativa merece destaque pelo bom gosto e simplicidade.
Primeiramente palmas para Mark Evans. O cara é fenomenal.
Enquanto pessoas ‘comuns’ ilustram com lápis, caneta, hidrocor, pincel, carvão, entre outras coisas convencionais, ele se destaca pela utilização de FACAS! Raspando o couro ele consegue efeitos de luz e sombra inacreditáveis.
por Peagá - 31 de maio de 2010, 10:45 - Categoria: Arte, música
Ah, se toda banda fosse vista como uma empresa e tratada como tal, sempre teríamos espetáculos de alto nível, a boa música ficaria alheia aos problemas internos dessa “empresa”, pois o jogo é uma coisa, vestiário é outra.
E é nessa atmosfera que inicio o meu release sobre como foi o show do Aerosmith em São Paulo. Quem chegou muito cedo não teve problemas, pois encontrou tudo muito organizado e quem chegou em cima da hora conseguiu um bom lugar devido àótima organização da empresa T4F e da PM paulistana. O show começou com apenas 10 minutos de atraso do que estava previsto e durou quase 2 horas.
Assim que começou me perguntei como seria a apresentação, entrosamento e lógico o carisma do grupo com o público e pelo visto os mais de 40 anos de banda servem de um ótimo background para atravessar períodos de turbulência. O show mostra bastante da técnica deles, do vigor físico de cada um deles, da técnica vocal do Steven, que por sinal não falhou, apenas em Crazy, mas está perdoado, pois eu acredito que quando eu estiver com 62 anos não terei metade da disposição.
Durante o show pensei o que mantém a banda junta, pensando um pouco acho que em uma única frase consigo sintetisar: A banda possui uma franquia extensa nos EUA (Brinquedos em parque de diversão, Linha de produtos masculinos e Video Game).
Em relação ao último item, o video game, rolou um desafio Joe Perry vs Guitar Hero. Ainda estou sem muitas palavras… Segue set list e alguns videos.
1 – eat the rich
2 – back in the saddle
3 – love in the elevator
4 – pink
5 – jaded
6 – falling in love
7 – dream on
8 – livin on the edge
9 – crazy
10 – cryin
- solo de bateria -
11 – kings and queens
- joe guitar hero
12 – stop messing around
13 – what it takes
14 – lord of the thighs
15 – sweet emotion
16 – baby please dont go
17 – draw the line
- bis -
18 – walk this way
19 – toys in the attic
Nesse video cometeram um sacrilégio, quando ele anuncia Joe Perry, traduziram como Pulem (o santo entendeu Jump!).
Sim, eu me apropriei do filme que está na hype, o remake “A nightmare on Elm Street”. Mas depois que eu vi essa campanha eu não pude deixar de pensar em algo diferente, a Publicis Conseil, Paris – Lançou esses anúncios falando sobre o problema social que é a questão dos moradores de rua e o quão difícil é tirá-los da marginalidade social.
Quanto mais viver morando nas ruas, mais difícil será sair dela.
por Peagá - 6 de maio de 2010, 10:00 - Categoria: Arte
Bom dia pessoal, andei meio sumido mas foi por um bom motivo, vocês que acompanham o nosso blog e o nosso site já devem saber que semana passada a Galileo participou e faturou uma concorrência muito importante, na nossa carteira de clientes hoje temos a Queiroz Galvão. Há muito para trabalhar e melhorar, mas acredito que isso é o reconhecimento de mais de 3 anos da agência no mercado, com um trabalho bem próximo e integrado aos nossos clientes.
E para exemplificar bem o título acima vou mostrar um trabalho do fantástico artista que é Ben Heine, abaixo segue um breve perfil deste talentoso artista belga.
Ben Heine é um pintor, ilustrador, retratista, caricaturista e fotógrafo Belga. Ele nasceu em Abidjan, Costa do Marfim e atualmente vive e trabalha em Bruxelas. Ben também criou uma série muito legal que ele chamou de Pencil vs Camera.
Seu trabalho é muito e extenso portanto eu vou inserir aqui o link do Flickr dele -> Flickr Ben Heine
Se você, assim como eu, entrou na era do video game pelo atari, passou pelo Phantom System, se divertiu com o mega system e o supernes e por ai vai, vai lembrar de muita coisa com esse vídeo muito bem produzido de Patrick Jean.
No último dia 13 tive o privilégio de assistir a mais um espetáculo do Cirque du Soleil. Quidam, é a terceira produção da cia. canadense a vir para o Brasil.
Durante o show os pensamentos “empreendedorísticos” insistiam em me perturbar, afinal, é inevitavel não pensar em quanto dinheiro a empresa arrecadou apenas naquela apresentação. A tenda tem capacidade para 2600 espectadores sentados e um ingresso custa em média a “bagatela” de R$ 300,00. Isso que significa uma renda bruta de R$ 780.000,00 em apenas uma apresentação. Some-se a isso que em 3 pessoas gastamos mais R$ 129,00 (1 DVD do espetáculos mais guloseimas), a conta vai longe.
Gui Liberté, o fundador do “Cirque” é referência mundial quando o assunto é a estratégia chamada “Blue Ocean”, que basicamente fala do sucesso de empreender onde ninguém jamais ousou e ter o mercado só para você (afinal, quantos “Cirques” você conhece?). Ele elevou o circo a outro nível e flutua tranquilamente em seu morno e calmo oceano azul. Os puristas torcem o nariz e dizem que “o Soleil” não é circo. É verdade, não é mesmo. Porque se fosse, não seria o que é.
E com essa capacidade incrível de fazer negócios com arte, o Cirque du Soleil se tornou o segunda maior empresa de entretenimento do mundo, atrás apenas da Disney Company. Não sei exatamente o que entra nessa conta, já que Time Warner e Sony Enterteinment são empresas gigantescas, mas de qualquer maneira, o os canadenses continuam com a bola toda.
Depois de assistir a 4 produções, artisticamente tenho lá minhas dúvidas, a fórmula dos espetáculos começa a ficar manjada. Porém, o assunto aqui é outro e não sobra qualquer dúvida quando o foco passa do palco para o escritório. Pois é lá, na administralção do “Cirque du Soleil”, onde o verdadeiro espetáculo acontece.
Todos os empresários, aspirantes a empresários, amantes do mundo dos negócios e curiosos em geral tem uma pergunta em mente que jamais silencia: qual é o segredo do sucesso?
E ontem, assistindo à entrega do Oscar, me ocorreu que se há um segredo ele é: nada importa além de fazer sempre o melhor, superar-se a cada dia. Não admitir nada que não seja, no mínimo, extraordinário. Pois se a fórmula do sucesso é quase impossível de se entender, a fórmula do fracasso é muito clara: acomodar-se.
De onde veio essa epifania? Claro, das mentes mais criativas de nosso tempo: Pixar Animation Studios. Ontem, pela terceira vez consecutiva, num total de 5, ganharam o Oscar de melhor filme de animação. Além desses, foram outros 7, em outras categorias como “curtas”, “melhor trilha sonora”, entre outros. Isso faz deles os maiores ganhadores atuais e se somados aos demais Oscars da Disney Co a conta vai longe, já que Walt Disney sozinho ganhou 26 Oscars, sendo o maior colecionador individual das estatuetas douradas.
E todos os demais filmes da Pixar que não ganharam, tinham condições de fazê-lo o que reafirma a questão de “fazer sempre o melhor”.
Em resumo, uma empresa pode durar para sempre no topo desde que “nada seja bom o bastante que não possa ser melhorado”.
Sabe aquela cena linda do Time Square, aquela ruazinha típica de Manhatan ou então ladeiras de San Francisco que só se vê em seriados? E você ainda pensa que está aí uma cena bem ambientada e legal, pois é meu amigo, está na hora de você rever seus conceitos, sobre a direção de arte e fotografia de séries.
Avatar superou a casa dos 2 bilhões de dólares nas bilheterias do mundo inteiro e superou a incrível marca do imbatível (até então) “Titanic”. Claro que as comparações não levam em conta fatores econômicos importantes como a inflação, ou seja, o preço do ingresso em 1997 (exatos 13 anos atrás) era bem diferente de hoje e provavelmente, em números atuais, Titanic continua sendo o maior sucesso de bilheteria de todos os tempos.
Porém, deixemos o “economês” de lado; o que impressiona é que os dois filmes somados ultrapassam a casa dos 4 bilhões de dólares e não seria tão fantástico se ambos não fossem do mesmo produtor/diretor: James Cameron.
Em resumo: o cara é uma máquina de fazer dinheiro.
O que todos se perguntam é: como ele conseguiu fazer dois mega-sucessos “consecutivos”?
Bem, precisamos analisar onde exatamente Cameron é diferente dos demais. A primeira coisa é notar sua filmografia incrivelmente mais curta que a maioria dos diretores de Hollywood, ele fez desde sua estréia em 1981 apenas 8 filmes. É muito pouco, levando em consideração que outra lenda, Steven Spielberg, fez no mesmo período nada mais nada menos que 66 filmes; 26 apenas de 1997 a 2009, período que Cameron ficou “descansando” entre Titanic e Avatar.
E o mais incrível de tudo é que dos 8 filmes que Camero fez, 6 se tornaram clássicos (Exterminador do Futuro 1 e 2, Aliens, O Segredo do Abismo, Titanic e Avatar). É de impressionar qualquer um.
Ao que parece Cameron sabe valorizar como ninguém seu passe; faz um grande sucesso e depois fica recluso por muitos anos produzindo o próximo, o que por si só gera um “buzz” entre as pessoas que faz com que a expectativa em torno de seu próximo trabalho seja enorme e os cinemas fiquem lotados muito mais para ver o que “ele fez agora” do que pelo filme em si. Isso faz com que todos os seus filmes sejam cercados de muita “publicidade espontânea” acerca da produção antes dela chegar às telonas.
Cameron sabe como ninguém estimular o mais incontrolável dos instintos humanos: a curiosidade.
E com isso mostrou que é possível se fazer muito mais com muito menos: quantos filmes (e esforço) Lucas ou Spielberg tiveram que fazer para faturar 4 bilhões de dólares? Bem mais do que apenas 2, isso é certo.
E assim, Jim Cameron se torna uma lenda do cinema como o Rolls Royce entre o carro: se ele não tem a mesma classe do clássico inglês, é necessário apenas um para gerar a mesma receita de cinquenta Gols 1000.