A segunda dica de ouro sobre marketing nas mídias sociais é muito mais do que simples: Torne a participação de seu usuário em algo simples. Faça com que a participação ocorra com um único clique.
Quanto mais fácil a participação, maior é a chance de envolvimento.
Para cada cem pessoas que imediatamente desejam escrever suas opiniões e comentários, pelo menos 50 ou mais estarão prontas para clicar em uma ferramenta de votação para qualificar algum serviço ou produto. Criar um grupo no Facebook, por exemplo, demanda comprometimento, mas o simples ato de aceitar o convite de um amigo de confiança não requer grandes esforços.
Os bons operadores de mídias sociais fazem com que a participação de seu público-alvo seja extremamente simples e, ainda, entregam às marcas usuários munidos de ferramentas capazes de lhes engajar ainda mais no relacionamento com determinado produto.
Uma vez que uma marca está presente em uma mídia social qualquer, ela estará ali pela eternidade. O ponto é não apenas permanecer ou fazer-se presente, mas continuamente contribuir para efetivamente fazer parte.
Confuso?
As marcas de mídia representam os melhores exemplos disso, onde ferramentas como YouTube ou Twitter tornaram-se canais de transmissão de informações adicionais para distribuição de conteúdo de empresas do porte de uma BBC ou CNET, com muitos grupos postando milhares de updates no Twitter em um tempo relativamente curto de tempo. Isso é permanecer contribuindo.
Uma vez que o conteúdo seja maleavel e dinâmico, ele será capaz de se adaptar facilmente a diferentes plataformas e, assim, essa aproximação poderá ampliar o alcance das campanhas em mídias sociais abraçando novas plataformas sem quaisquer impactos no orçamento. Também, isso posiciona as marcas perfeitamente, conforme novas ferramentas e técnicas surgem.
Em publicação muito interessante, dez regras de ouro sobre como trabalhar o marketing em mídias sociais foram extraídas mediante a análise dos sucessos e fracassos de centenas de campanhas. A clareza com que padrões emergiram deste tipo de mídia remove muito do mistério por trás das mídias sociais e ajudam equipes de marketing a identificar rapidamente os riscos específicos bem como o potencial de oportunidades se desdobrando ao seu redor.
Panorama e contexto
Blogs, comunidades online, mídia social e redes sociais: todos têm mudado constantemente o marketing online. Neste novo panorama, as marcas estão em um diálogo constante com seus consumidores que cada vez mais tem atuado como legítimos advogados em sua defesa – ou não. A marca tornou-se apenas uma “pessoa” entre milhões e o desafio para os publicitários e demais profissionais da área é o de que enquanto as recompensas podem ser enormes, os riscos são maiores.
Uma maneira diferente de pensar em como aproveitar a mídia social
A transparência nas relações de consumo ganhou novos contornos. O modelo interruptivo de propaganda continua perdendo forças para o engajamento e fidelidade à marca. O desafio de persuadir os consumidores a ouvir e prestar atenção substituiu a facilidade de comprar tempo de propaganda. Consumidores estão mais conscientes do que nunca sobre quando e como concederão sua preciosa atenção e, dessa forma, não hesitam em se desconectar quando a mensagem não atende ao esperado. Entre Twitter, Facebook, MySpace, Google e outros portais, há um fluxo incessante de novas tecnologias e técnicas para os publicitários tentarem utilizar, não obstante os mapas do sucesso ainda permanecerem obscuros para muitas marcas.
Adicionado a isso tudo, temos a complexidade organizacional. Muitas mídias sociais unem relações públicas, publicidade e relacionamento com o cliente. É demandada a atuação de times multifuncionais, com visões amplas e capacidades que os anúncios tradicionais jamais requisitaram. Ainda, nas mãos certas, notícias são criadas, discussões são motivadas, entretenimento esperado pelos consumidores são proporcionados e um comprometimento acima da média é atingido – coisa até então esquecida pela indústria da publicidade. Com as idéias e times corretos, marcas podem nutrir conteúdos gerados por seus consumidores, alimentar discussões e ampliar o alcance de suas mensagens. Alimentado, o ecossistema das mídias sociais indiscutivelmente trará novos desafios aos responsáveis por websites e comunicação.
A partir de amanhã publicaremos as 10 preciosas dicas diárias sobre o que fazer e o que evitar ao se trabalhar as mídias sociais.
Em entrevista à Folha Online, David Placek explica em miúdos como cria nomes para produtos de grandes clientes junto de sua equipe de 26 pessoas (apenas em seu escritório) e de mais de 80 lingüistas espalhados por 40 países ao redor do mundo, os quais fazem análises para garantir que uma palavra em inglês, por exemplo, não tenha uma conotação completamente negativa quando levada para outra cultura.
Durante entrevista, David conta que o “naming” é requisitado por grandes empresas, como Apple, Microsoft e RIM. PowerBook, Zune e BlackBerry, produtos dessas três marcas, foram nomeados por Placek e sua equipe ao longo de 26 anos de atividade –no total, ele estima já ter dado nome a 2.000 negócios.
Dentre as curiosidades citadas, Placek revela que toda grande empresa enxerga o nome de um produto como algo vital para sua estratégia e que nomes simples, de fácil pronúncia e que nem sempre existem no dicionário são as que surtem mais efeito.
Para nomear o produto que hoje conhecemos por Blackberry, a empresa especializada no assunto notou, através de pesquisas, que quando as pessoas eram questionadas sobre o termo “e-mail”, sua pressão sanguinea subia. Assim, iniciaram o processo de “naming” ao imaginar um processo de comunicação prazeroso. Chegaram à conclusão de que a letra “b” inspira confiança, preto (black) remete a cor industrial, tecnológica e berry (cereja) é algo fácil de se pronunciar. Por fim, associaram as teclas do teclado de um computador a sementes da pequena frutinha.
O resultado desta salada, após o investimento de 50 a 150 mil dólares? O famoso nome.
Que o Google é uma das empresas mais bem sucedidas a desbravar mercados e fronteiras, todos já sabem. Grande player de um dos mercados de maior competição, a gigante empresa de internet anunciou que tem um novo alvo para expandir seus horizontes: a África.
Dentre as diversas dificuldades a serem superadas pela empresa, está a extrema pobreza predominante em grande parte do continente, que acaba por criar uma barreira de outro tipo: o vazio de material produzido nas línguas de cada país para as buscas.
O Google iniciou seu trabalho para tentar preencher esta lacuna patrocinando um concurso para estimular estudantes da Tanzânia e Quênia a produzir material em suaíli, uma das línguas oficiais nos dois países e também em Uganda. O material será usado numa versão local da Wikipedia. Os vencedores receberão prêmios, como um notebook e celulares.
O concurso, segundo o Google, acrescentou mais 900 textos aos 800 que existiam anteriormente. Numa entrevista por e-mail ao jornal The New York Times, dois universitários finalistas no concurso disseram que a iniciativa mudou a postura de estudantes de apenas usuários passivos da Wikipedia para contribuidores ativos. Um deles, Jacob Kipkoech, 21 anos, que estuda engenharia de sofyware na Universidade Kenyatta, em Nairóbi, Quênia, criou 17 artigos.
Por ser a segunda língua de cerca de 100 milhões de pessoas na África, o suaíli é uma das maneiras de atingir uma audiência de massa.
Apenas a título de curiosidade, a intrigante série de televisão Lost iniciará sua última temporada no dia 02 de fevereiro. Muito se especula, nada se sabe.
Na verdade, o que chama mais a atenção é que o presidente Barack Obama simplesmente mudou a data do seu discurso anual de metas, antes marcado para o mesmo dia 02 de fevereiro, para que a transmissão em rede nacional não atrapalhasse a estreia da última temporada do seriado. Mais uma vez o poder da mídia e do entretenimento prevalece.
Até outro dia, para os brasileiros rede social era sinônimo de Orkut. Agora, é sinônimo de Orkut e Facebook.
Mas e para o resto do mundo?
O nosso leitor Gustavo Guissi encontrou um mapa no mínimo interessante: O Mapa Mundi das Redes Sociais.
Clique no link abaixo e descubra redes das quais você jamais ouviu falar: V Kontakte (a preferida dos Russos), QQ (a número um dos chineses), Maktoob (a mais utilizadas pelos Libaneses) e outras mais!
Fonte de informação, bate-papo, rede de fofocas, mais uma forma de artistas se aproximarem de seus fãs….na verdade, mais parece que as redes sociais se tornaram a mais nova maneira de anônimos conseguirem ter o seus 15 minutinhos de fama.
Para ratificar, foi por meio do Twitter que uma jovem de Curitiba conseguiu nada mais nada menos que uma vaga na décima edição do tão disputado programa Big Brother Brasil, reality show da emissora de televisão Rede Globo.
A publicitária Tessália Seriguelli, 22 anos, conhecida como Twittess, ganhou fama no site de microblogs ao seguir e ser seguida por milhares de participantes da rede. Inclusive, no final de 2009, apareceu em uma série de entrevistas sobre jovens que ganham dinheiro na internet.
E não ficamos por ai.
O estudante paulistano Sérgio Francischini, de 20 anos, já era “celebridade” na internet antes de entrar para o confinamento do reality show da TV Globo. Mais conhecido como Sr. Orgastic, o rapaz é homossexual assumido e ficou famoso ao postar vídeos e fotos na internet, sempre mostrando seu visual emo – moda entre jovens. Seu fotoblog recebeu acesso de milhares de pessoas, chegando a ser o sétimo mais acessado do país (aproximadamente 9 mil visitas diárias). Enquanto isso, no youtube, o jovem tem cerca de 260 resultados quando se busca pelo termo “Orgastic”.
Nesta seara, parece que os jovens twitteiros, blogueiros ou seja lá o que forem, tiveram grande sorte uma vez que a toda poderosa Rede Globo passou a apostar em um novo segmento, pouco explorado em outras edições do programa: promover jovens internautas formadores de opinião a fim de abocanhar sua grande massa seguidora.
A Harmonix Music Systems, empresa responsável pela criação do renomado game Rock Band, utilizou uma estratégia no mínimo interessante para reduzir os custos de lançamento de seus produtos: Frente aos altos valores para se adquirir os direitos de utilizar em seu produto hits musicais de bandas renomadas, os responsáveis pelo desenvolvimento do produto optaram por inserir canções esquecidas do público. Para viabilizar o produto, o argumento nas negociações era simples: “Sua música caiu no ostracismo, essa talvez seja sua chance de reaparecer no show bizz”.
E não deu outra. Nas graças do público, o game trouxe aos jogadores a chance de se sentir na pele de um verdadeiro músico, seguindo toda a trajetória de sua carreira – de banda de garagem até mega pop star.
Músicas até então esquecidas renasceram e passaram a fazer parte de reuniões animadas entre amigos e famílias. Foi exatamente aí que os papéis se inverteram. Em tempos de vacas magras graças ao “polêmico” mp3, bandas e músicos passaram a enxergar no game a grande chance de voltar a ver altas cifras enchendo os seus cofres.
Hoje, bandas como AC/DC, Metallica (em versão para Guitar Hero) e até mesmo os legendários Beattles possuem suas versões próprias em formato de game. Há muitas especulações sobre quem será a próxima “vítima”, mas a grande certeza é a de que a banda norte americana Green Day será quem dominará as vendas ao redor do globo logo logo.
Surpreendente para alguns, acaso para outros, a grande verdade é que com uma boa estratégia e forte posicionamento, pode-se chegar muito longe!
Um amigo esteve na China recentemente e teve sérios problemas para acessar Facebook, msn e outras ferramentas que permitem o convívio com outras pessoas na internet. Segundo alguns residentes do país, isso não passa de uma manobra do governo a fim de se evitar a “contaminação” da cultura do povo chinês com a dos “malucos” e pouco tradicionais ocidentais.
Pelo visto isso não vai acabar tão cedo. Pelo contrário, as autoridades chinesas anunciaram nesta terça-feira que aumentaram a censura na internet com o fechamento de sites registrados como “espaços pessoais”, sob o argumento de frear a pornografia na rede. O mais engraçado e intrigante é que a medida foi tomada exatamente um dia após o cancelamento de nada mais nada menos que 530 páginas de compartilhamento de arquivos P2P.
De acordo com o governo, a medida entrou em vigor dada a preocupação do regime chinês com a divulgação de arquivos pornográficos nas páginas pessoais. Assim, os provedores da internet estão proibidos, sob essa nova normativa, de hospedar páginas pessoais, e só os negócios com formas em vigor ou organizações autorizadas pelo governo chinês poderão conseguir essa autorização.
A normativa se aplica aos novos pedidos de registros pessoais, mas os já existentes também correm perigo. Muitas páginas pessoais já foram canceladas. Tudo muito estranho para um país que incentiva abertamente imitações de produtos e grandes marcas.
A China realizou várias campanhas contra a pornografia na Internet nos últimos anos, embora o resultado tenha sido mais efetivo contra páginas que hospedam conteúdos dissidentes e contrários ao regime do Partido Comunista da China (PCCh). A pornografia continua sendo habitual e de fácil acesso não só rede no país asiático, mas nas ruas também.
O mais curioso em meio a todo esse embrólio é que apesar deste estrito controle, a comunidade de internautas chineses é a maior do mundo, com mais de 300 milhões de pessoas.