Muito se fala da criatividade tupiniquim ao se criar e elaborar comerciais de televisão interessantes, inteligentes e divertidos.
Porém, tal dádiva sempre acaba por esbarrar nas limitações impostas pela legislação, a qual além de limitar nossas ações, afasta a possibilidade de se cutucar (no bom e no mal sentido) a concorrência.
Maior exemplo é o que ocorre nos Estados Unidos entre Burger King e McDonald’s. Veja abaixo comercial que está sendo veiculado atualmente no qual o símbolo maior do BK – o rei em pessoa – literalmente assalta o quartel general do concorrente para roubar a receita de um dos pratos servidos no café da manhã por todo o país.
O argumento não poderia ser melhor: “Não é o original, mas é muito mais barato”.
Faltando 63 dias para o início da Copa do Mundo a FIFA, junto de alguns patrocinadores, já estão veiculando em rádio, televisão e internet o tema oficial desse mundial.
A música se chama Wavin’ Flag e é cantada por um músico Somaliano/Canadense chamado K’naan.
Além disso, a música será regravada por vários artistas canadenses como Avril Lavigne, por exemplo, e toda a renda arrecadada seja pela venda de cds ou outros itens será revertida para as vítimas do terremoto ocorrido no Haiti.
No dia 21 de outubro de 2009 aconteceu pela Champions League o super jogo entre Real Madrid e Milan. Aproveitando o momento, a Heineken bolou uma super pegadinha para divulgar sua marca.
Sugestão do colaborador Thiago Lopes, segue abaixo o video mostrando todo o planejamento da campanha, bem como os resultados alcançados.
Com a massiva adesão dos brasileiros às mídias sociais, acabou surgindo por aqui uma nova profissão: Detetive de Mídias Sociais.
O novo cargo tem como escopo monitorar redes como Twitter, Facebook, YouTube, blogs e, claro, orkut. No Brasil a tarefa ganha força quando dados estatísticos apontam para 50 milhões de usuários dessas ferramentas em solo tupiniquim.
Tudo bem, as pessoas são pagas para fuçar essas redes? Sim. Tendo em vista que as pessoas buscam se agrupar por interesses e acabam por segmentar cada vez mais suas escolhas, as empresas passam a ter enorme dificuldade para atingir os seus consumidores e até mesmo entender o que estão falando de sua marca pela internet.
Para os desempregados, fica a dica, uma vez que não há muitos requisitos e qualificações para tal função, senão o de conhecer profundamente essas redes sociais.
A Reebok, famosa marca de tênis e acessórios esportivos, lançou na internet um viral ousado e divertido no qual um casal malha em uma academia completamente nu.
Ops, semi nu, afinal estão utilizando calçados da marca esportiva.
Que o Starbucks é uma marca famosa todos sabem. Porém, o que poucos tem conhecimento é de que a empresa tem mais fãs no Facebook do que qualquer outra pessoa no mundo – mais de 8 milhões. Para a marca, é uma grande honra, porém tal fato acaba por gerar a seguinte dúvida: “E agora, o que fazer?!”
Segundo a empresa, a principal meta ao se trabalhar as mídias sociais é a de estabelecer laços junto a seus clientes e fãs nessas comunidades. Dessa forma, espera-se que sejam concentrados esforços de várias maneiras através de diversos assuntos. E o tom dessa aproximação? Algumas vezes utilizam da diversão, em outras utilizam de formas colaborativas de modo a atrair novas idéias para a marca e noutras, é por um simples cupom de desconto que a marca consegue atrair fãs, seguidores ou o que quer que sejam.
Abaixo algumas idéias interessantes do pessoal da Starbucks:
- A empresa criou uma forma automática de resposta capaz de reagir tanto a comentários positivos quanto negativos de seus fãs. Assim, a empresa consegue “repercutir”, “contextualizar”, “alterar” ou até mesmo “ignorar” conteúdos gerados por terceiros.
- Os responsáveis pelo projeto têm dado treinamentos sobre comportamento em mídias sociais para os Relações Públicas da empresa. A idéia é a de que os profissionais devem parar de manter um comportamento corporativo em tais ambientes virtuais e sim iniciar conversas legítimas e íntimas junto aos fãs da marca.
- Foi criado um método de teste para identificar eventuais problemas críticos para a equipe de mídias sociais resolver: o Twitter. Jogue o assunto no microblog e espere para ver o quanto repercutirá ou não. Se o assunto importar para o Twitter, a equipe entra em alerta!
Nesta segunda-feira o Grupo Schinchariol retirou do ar o comercial da cerveja Devassa Bem Loura, estrelado pela famosa milionária Paris Hilton.
A empresa recebeu três notificações emitidas pelo Conselho de Autorregulamentação Publicitária (Conar). De acordo com nota da cervejaria, o filme protagonizado pela socialite “não ofende, em nenhum aspecto, a qualquer norma ou orientação emitida pelo Conar”.
Mesmo discordando da decisão, a Schincariol afirma que já trabalha na defesa do caso.
A Schincariol investiu em diversas mídias para promover a nova cerveja da linha Devassa, mas tudo que se sabe é que o buzz gerado foi violento e o filme original já foi visto mais de 400 mil vezes no You Tube!
Não restam dúvidas sobre o poder das mídias sociais. Para corroborar, indiscutivelmente tivemos a edição mais “social” do Super Bowl de todos os tempos. Publicitários, fãs de esportes e da propaganda utilizaram o burburinho causado pelas mídias sociais para trocar idéias sobre o grande jogo.
O jogo deste ano foi simplesmente o programa de televisão mais assistido de toda a história com 106.5 milhões de telespectadores, de acordo com pesquisa Nielsen. Com toda certeza podemos afirmar que as mídias sociais tiveram papel fundamental nesta monstruosa audiência. Twitter, Facebook e vários blogs contribuíram para todo o buzz gerado em torno do jogo.
Falando no jogo, ao longo da semana dedicada ao evento, ninguém conseguia ler as palavras “propagandas do Super Bowl” sem as conectar ao termo “mídias sociais” – e com uma boa razão. Não é o comercial em si o foco central – o que passou a importar são os comerciais e o burburinho criado ao seu redor- levando internautas a iniciar a divulgação e compartilhamento de discussões sobre marcas, especialmente no Twitter e Facebook. Com isso, milhões de embaixadores online das marcas surgiram, os quais passaram a discutir e defender ferrenhamente suas marcas favoritas frente aos seus parentes, amigos e colegas. Também, no ambiente virtual, milhares de pessoas mantiveram tais discussões em chats, o que por sua vez criou um interesse maior em assistir o jogo e, consequentemente, seus spots publicitários ao vivo.
E daí?
Nós da Galileo acreditamos que as mídias sociais são uma realidade e que devem sempre ser consideradas dentro de qualquer planejamento. A questão é saber se os profissionais de hoje estão ou não preparados para casar esta poderosa ferramenta aos programas de televisão, eis que muitos dizem que os comerciais de TV estão acabando. Entretanto, grandes eventos como o Super Bowl, Oscar, Copa do Mundo etc, sempre vão atrair e reunir pessoas ao redor da boa e velha caixa geradora de imagens. As pessoas não gostam de ver esses eventos sozinhas, trancadas em seus quartos com seus laptops. Em outras palavras, são eventos comunitários que despertam nas pessoas a vontade de vibrar e comentar “Você acredita que esse time ganhou?!”, “Você viu esse lance?”…
Dessa maneira, aos publicitários resta a obrigação de aprender e entender sobre como elevar a mídia tradicional para um patamar no qual ela se torne realmente e definitivamente social.
Alguém se lembra de ter visto alguma aparição do Google na TV?
Durante a última edição do Super Bowl – a final da liga americana de futebol americano – a mega empresa resolveu fazer uma aparição de aproximadamente um minuto para uma gigantesca audiência de nada mais nada menos que 106.5 milhões de pessoas.
Demorou mas voltamos! As dicas sobre como trabalhar as mídias sociais estão de volta!
Quando se fala em mídias sociais, o verbo número um é “compartilhar”. Daí podemos tirar a lição super importante do marketing online: Sempre encoraje os defensores da sua marca a advogarem a favor dela.
Para acelerar a sua divulgação, as marcas devem continuamente encorajar os seus consumidores a espalhar as suas notícias e ideias, ou seja, compartilhar o seu conteúdo pela net. Para os desavisados, fazer isso pode ser muito simples: Basta criar um mecanismo “encaminhar para um amigo” inserido dentro da estrutura de seu website.
Outras formas de esparramar conteúdo são os aplicativos que interligam mídias sociais. Hoje ferramentas como Twitter, Facebook, Linkedin e Youtube podem ser todas interligadas. Assim, se seu cliente gostou de um “twitt” feito por sua empresa, basta que ele “retwitt” e publique por todas as mídias sociais.