O alto comando da NBA – a liga norte americana de basquete profissional – anunciou que irá punir três atletas por manterem comunicação com o público durante as partidas por meio do Twitter. Apesar de a proibição ser conhecida por todos os atletas, os infratores seguiram twittando ao longo de suas partidas.
Sofrerão sanções severas pela desobediência os alas-pivôs Amare Stoudemire, do Phoenix Suns, Tyson Chandler, do Charlote Bobcats e Rasheed Wallace, do Boston Celtics; terão que desembolsar grande quantia em virtude desse deslize.
Os dois primeiros postaram comentários em seus perfis oficiais no Twitter, falando sobre as partidas que disputavam. Cada um terá que pagar US$ 7.500 à Liga.
Enquanto isso, o veterano polêmico jogador Rasheed Wallace, dos Celtics, terá um prejuízo ainda maior. Na partida entre sua equipe e o Toronto Raptors, no último dia 27 de novembro, criticou publicamente os seus próprios torcedores no microblog, e sua pena foi estipulada em US$ 30 mil.
No Google AdWords, uma das ferramentas mais poderosas de marketing é a frase chamariz, elaborada para fazer com que o consumidor aja naquele determinado instante. Em nosso exemplo, o grupo Comidas do Mundo Receitas quer que as pessoas façam download de receitas, maus seu primeiro anúncio não incluiu tal comando:
Receitas Étnicas
Autênticas & Saborosas
Vasta Seleção – é grátis! www.comidasdomundo.com
Depois de obter um desempenho não tão satisfatório com aquele anúncio, eles testaram uma abordagem mais direta:
Com milhões de anúncios exibidos no Google, foi constatado pela própria empresa de que um visitante se dispõe a seguir instruções quando o anunciante diz a ele o que deve fazer. Foi exatamente isso que foi feito no anúncio acima; sabendo que a frase chamariz estabelece uma ligação da mensagem com a expectativa do usuário e favorece a transição entre o anúncio e o site, a Comidas do Mundo incluiu a ordem “Faça Download Agora!”.
No início da década comemorávamos o advento do Blu Ray, tecnologia revolucionária que mudaria o jeito de assistir filmes em casa.
De fato a tecnologia é interessantes, mas, mercadologicamente parece que não decolou.
No Brasil, os fabricantes então entusiasmados com a mudança no panorama dada a recente inauguração da nova linha de produção da Microservice na Amazônia para a produção das mídias Blu Ray em território nacional. Isso deve baixar os custos dos filmes para o consumidor e locadoras.
Na outra ponta, a Tec Toy (aquela mesma do “Pense Bem”) passou a fabricar o primeiro leitor de Blu Ray nacional que forçou o preço dos aparelhos para baixo; hoje é possível comprar um Blu Ray player por pouco mais de R$ 600,00.
Ainda é caro se pensarmos que um DVD player custa R$ 99,00.
Mas o Blu Ray tem seus méritos, apesar de nem todos serem facilmente percebidos pelo consumidor:
- resolução de imagem Full HD, que chega a ser 6x maior que a do DVD comum. Porém , para se aproveitar ao máximo é necessário ter uma TV que também seja Full HD (mais R$ 3.000,00 para a conta). Se havia consumidores que não conseguiam notar a diferença de imagem entre o VHS (Vídeo Cassete) e o DVD, imagine agora. Isso por si só não é suficiente para transformá-lo em um sucesso de vendas.
- Conectividade: os players podem baixar conteúdo direto do You Tube e exibi-lo em sua TV. Muito bacana, mas também insuficiente.
- Áudio 7.1 canais: os Blu Ray tem capacidade de reproduzir 8 canais de áudio (7 + 1 sub grave) igual as salas de cinema mais modernas. Contra: sem um Home Theater de 7.1 canais (que não é barato) o som continua sendo como antes.
- Multimídia: você não precisa jogar seus velhos DVDs fora e nem ter um monte de aparelhos, os Players lêem todos os formatos de mídia: DVD, CD, Blu Ray. Ainda falta, já que, os DVDs também fazem isso.
- Interatividade: com mais recursos, o espectador pode interagir com os filmes de uma maneira antes impossível. Legal também, mas a internet já nos deixa fazer isso, não?
Esses são os argumentos básicos de venda do Blu Ray, o que digamos, fica aquém de convencer uma maioria a desembolsar quantias significativas de dinheiro para, no fim das contas, assistir um filme.
Porém, tudo isso seria absorvido pelo mercado (como aconteceu com o DVD) se não fosse um pequeno detalhe: conteúdo (entretenimento) sob demanda.
Ainda embrionária no Brasil, a TV digital sob demanda, é a grande pedra no sapato do Blu Ray. Nos EUA, onde a TiVo é uma realidade há algum tempo, apesar das vendas do Blu Ray serem animadoras, estão muito aquém do que foram as vendas do DVD.
O motivo é simples: é mais barato e prático comprar direto de sua TV e armazenar em seu HD, do que ter de se deslocar até uma locadora (e o filme não será seu) ou até uma loja. Mesmo que compre pela internet, a entrega leva pelo menos um dia.
Na TV digital é na hora! Comprou é seu. Além da comodidade, tem o preço. Um filme comprado pela TV custa em torno de US$ 5,00 e um Blu Ray em promoção na loja não custa menos que US$ 19,99.
O que sobra para o Blu Ray?
De verdade, me parece que o museu e aquelas pessoas que tem o perfil de consumidor desse tipo de produto.
A internet e a TV Digital ainda não conseguem oferecer filmes em resolução igual a do Blu Ray (são pesados demais para o sistema atual) e há ainda a questão de ser um item colacionável: tem capa, caixinha, encarte, o que é um apelo forte para pessoas como eu.
Mas, somos um grupo muito pequeno dentro do imenso mercado e ao que tudo indica, o Blu Ray em pouco tempo será mais uma vaga lembrança no seleto clube dos nascidos mortos onde descansam em paz: BETA (da Sony derrotado pelo VHS da JVC), LD (aqueles “CDS gigantes” precursores do DVD), HD-DVD (da Toshiba, derrotado pelo Blu Ray da Sony) e Blu Ray (mais uma vitima da Internet e do próprio mercado).
Enquanto isso não acontece, vou aproveitar meu Blu Ray!
Para tornar seus anúncios mais relevantes, use a ferramenta inserção dinâmica de palavras-chave de modo que apareçam com destaque, em negrito, em seus anúncios. Este recurso consiste em uma fórmula de modificação que você pode inserir no corpo do texto do seu anúncio.
Quando a palavra-chave de seu Grupo de anúncios corresponder a uma pesquisa do usuário, o sistema AdWords vai posicionar automaticamente uma palavra-chave correspondente do seu Grupo de anúncios no anúncio de texto. E o resultado? Com certeza seu anúncio se tornará mais útil e relevante para os usuários e, ao mesmo tempo, facilitará a criação de anúncios exclusivos para uma grande quantidade de palavras-chave da conta.
Para adicionar o recurso basta utilizar a fórmula {keyword:texto padrão}, onde “texto padrão” deve ser substituído pelas palavras-chave pesquisadas que pertencem ao Grupo de anúncios.
Dessa forma, imagine se a Comidas do Mundo (nossa empresa fictícia) definir como texto padrão a frase “Cozinha Brasileira”:
Se um internauta digitar no Google a palavra-chave “cozinha mineira”, a ferramenta de inserção dinâmica fará com que o anúncio fique da seguinte forma:
Note que as palavras-chave poderão ter no máximo 25 caracteres na Linha 1 do anúncio. Caso você utilize mais de 25 caracteres, o anúncio será veiculado com o texto padrão. Verifique, também, se você seguiu as diretrizes editoriais na hora de utilizar a inserção dinâmica.
Essas diretrizes podem ser encontradas em https//adwords.google.com/select/guidelines.html
por Peagá - 27 de novembro de 2009, 10:59 - Categoria: Anúncios
Não, você não se equivocou. Está escrito Kiss my Glass mesmo, e é a nova campanha da Glassing que foi produzida na Itália.
Essa sequência de anúncios é sem dúvida uma das mais engraçadas que eu já vi nesse ano, sem falar da direção fotográfica e da composição do layout, mas o enredo e o título é a cereja do bolo.
Garmin é uma empresa de tecnologia em GPS, relógios, celulares, enfim todo tipo de gadget. Para o Natal eles prepararam toda a campanha com um perfil muito interessante, explorando ícones natalinos relacionando-os ao perfil do target e aos produtos. A direção de arte é de um bom gosto e o jingle acrescenta um ar épico ao comercial. Conta também com inserções/interações dos personagens muito bem amarradas, enfim, veja:
O crescimento acelerado da comunicação digital, das novas mídias e da inquietude do comportamento humano, vem pressionando cada vez mais, os meios tradicionais de comunicação em massa, como TV, Rádio, Jornal, Revista, a segmentar, inovar e estender seus formatos de apresentação, a fim de interagir cada vez mais com seu telespectador e se antenar a estas mudanças.
A TV brasileira, tem encontrado formatos diferenciados para conectar seu público alvo a determinado produto ou serviço. Em 2001, ocorreu uma fusão entre a rede globo e a empresa Endemol, uma produtora holandesa de televisão, especializada em reality shows.
Foi concebida a Endemol Globo, uma produtora brasileira de conteúdo (propriedade intelectual) multiplataforma, tendo a televisão como principal veículo. A empresa foi fundada com três objetivos principais: trazer ao Brasil, com exclusividade, os formatos de programa da Endemol,desenvolvidos nos vários países em que está presente; criar novos formatos e programas para as TVs brasileiras e estrangeiras; e produzir, no mercado nacional, formatos sob encomenda dos anunciantes.
Até 2006, a Endemol globo, estava apenas importando e adaptando enlatados de reality shows, que funcionaram em outros países e que foram testados no Brasil. É o caso do Big Brother por exemplo.
De 2 anos para cá ,o que até então segundo e entrevista abaixo não existia no Brasil, que são os programas customizados por anunciantes,prática comum utilizada na Europa e Estados Unidos através da Endemol, hoje em 2009, já é fato no Brasil.
Confira a entrevista e na seqüência um exemplo atual criado sobre medida para a empresa Vivo aqui no Brasil. O programa Beijo Me Liga da Multishow, totalmente customizado para empresa sob responsabilidade da Endemol Globo.
A empresa E-life, empresa brasileira de monitoração e análise da mídia gerada pelo consumidor na América Latina e Portugal, publicou nesta semana uma pesquisa sobre o perfil do internauta nas redes sociais. Vale a pena conferir a pesquisa:
Você sabe o que é uma empresa 2.0? A resposta mais óbvia é: a evolução da empresa tradicional. E quando falamos evolução é no sentido mais amplo da palavra e não apenas nas questões tecnológicas.
Aliás, pouco adianta investir em tecnologia se a filosofia da empresa permanecer retrógrada. É preciso expandir os horizontes e rever conceitos para que isso de fato aconteça.
Andrew McAfee trata disso em seu livro “Enterprise 2.0” (não confunda com John McAfee, criador do antivírus).
A empresa 2.0 usa a tecnologia de forma a facilitar o cotidiano e fazer com que os processos sejam mais claros e ágeis. As ferramentas escolhidas são mais intuitivas, fáceis de usar, com uma interface amigável o que demanda menos treinamento e deste modo, custa menos. Além disso, o usuário tem mais prazer em trabalhar.
Na empresa 1.0 a tecnologia exige muito treinamento, um perfil de usuário especialista o que torna tudo lento e pouco produtivo.
“Bugs” no sistema são o caos nas empresas 1.0. Porém, nas 2.0 tem efeitos mínimos.
Vejamos o Google: começou como uma ferramenta de busca e hoje concentra uma gama enorme de serviços que “conversam entre si” fazendo a vida do usuário muito mais fácil e quebrando muitos paradigmas da era do computador.
A Galileo é uma empresa 2.0, migramos recentemente toda nossa plataforma MicroSoft para o Google Apps (versão corporativa do Gmail). O que isso nos proporcionou: segurança no armazenamento de dados vitais, como e-mails; agenda compartilhada (que entre outras coisas, envia os lembretes por SMS), documentos compartilhados e tudo isso disponível “on line” em qualquer lugar do mundo. E o melhor de tudo: não custa nada. A empresa ganha em segurança e mobilidade, a sede física cada vez mais está obsoleta.
O mais interessante é que a interface é tão simples que não demandou qualquer treinamento da equipe após a migração.
Mas não se resume a isso: ser 2.0 é acreditar na produtividade e não em carga horária. É acreditar nas pessoas e não controlá-las. É fazer com que todos entendam que no final, os objetivos são comuns e que o sucesso da empresa é o sucesso de todos ligados à ela.